Amazonense revela que levou pacote de camisinha para o Pico Paraná e tinha expectativa de rolar algo com Roberto mas foi broxante
Thayane Smith afirmou que subiu a montanha esperando um desfecho romântico e classificou a experiência como “broxante”.
- Foto: Reprodução
Resumo
A amazonense Thayane Smith, de 19 anos, usou as redes sociais para relatar sua versão sobre a subida ao Pico Paraná com Roberto Farias Thomaz. Em depoimento direto, ela afirmou que foi à montanha com expectativa de um envolvimento íntimo, levou camisinhas e se frustrou com a falta de iniciativa do companheiro.
Notícias do Brasil -A amazonense Thayane Smith, de 19 anos, voltou ao centro das atenções ao usar suas redes sociais para relatar, em detalhes, sua versão sobre a viagem ao Pico Paraná. A jovem ficou conhecida nacionalmente após o desaparecimento do amigo Roberto Farias Thomaz, o Betinho, que foi abandonado por ela durante a virada do ano de 2025 para 2026.
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Sem rodeios, Thayane afirmou que decidiu encarar a trilha esperando mais do que apenas cumprir um desafio pessoal. Segundo ela, havia uma expectativa de que rolasse alguma coisa entre os dois.
Intuito de relaxar
Em seu relato, a amazonense foi direta ao explicar suas intenções ao subir a montanha. “Eu não vou mentir, não. Eu fui lá pra cima com o intuito de relaxar meu corpo, ficar feliz e dormir depois”, disse.
Para ela, a experiência seria uma combinação de aventura, descanso e proximidade com Roberto. A jovem destacou que não via a subida apenas como um desafio físico, mas também como um momento de conexão pessoal.
Camisinhas levadas como prevenção
Thayane revelou que se preparou antecipadamente para a possibilidade de o clima esquentar durante a viagem.
“Não foi à toa que eu levei um pacote de oito camisinhas”, afirmou, reforçando que havia expectativa real de envolvimento íntimo.
Segundo a amazonense, a prevenção fazia parte do planejamento, justamente porque ela acreditava que poderia haver algo além da amizade entre os dois durante a estadia no Pico Paraná.
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Frustração e relato detalhado
A jovem contou que, mesmo com sinais claros de abertura, nada aconteceu. “Mesmo se eu quisesse não rolar nada entre eu e Roberto porque eu me troquei na frente dele, fiquei totalmente nua, dormi do lado dele e tudo e em nenhum momento ele veio com safadeza para cima de mim, tentar me atiçar”, relatou.
Thayane chegou a levantar hipóteses sobre o comportamento do amigo. “Talvez ele seja virgem. Eu até fui com a expectativa de rolar algo, não à toa eu levei um pacote de 8 camisinhas, mas chegando lá foi totalmente broxante”, declarou.
Diante da frustração, ela afirmou ter decidido focar apenas no objetivo esportivo. “Eu tomei a decisão: só quero chegar no Pico Paraná, cumprir a minha meta, descer e vida que segue”, completou.
Discussão durante a noite
A amazonense também explicou um momento de tensão ocorrido durante a madrugada. Segundo ela, a única situação em que foi mais grosseira aconteceu quando queria dormir e Roberto não parava de falar.
Nesse contexto, ela admite que perdeu a paciência e mandou o amigo “calar a boca”. Thayane reforçou que o episódio não teve relação com assédio ou abandono intencional, mas com cansaço e estresse após horas de trilha.
Caso segue repercutindo
O depoimento reacendeu debates nas redes sociais, especialmente pelo teor explícito das declarações e pela forma direta como Thayane descreveu suas expectativas. Enquanto parte do público criticou a postura da jovem, outros apontaram que o relato ajuda a esclarecer aspectos pessoais da viagem que antecedeu o desaparecimento de Roberto.
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