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Anvisa determina recolhimento de polpas, conservas e molho de alho por irregularidades

Azeite com origem desconhecida foi totalmente proibido.

Por Beatriz Silveira

08/07/2025 às 22:04 - Atualizado em 05/08/2025 às 15:17

Notícias do Brasil –  A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de diversos alimentos de consumo popular após resultados insatisfatórios em análises realizadas por laboratórios públicos. A medida foi publicada na edição desta segunda-feira (7) do Diário Oficial da União (DOU) e envolve produtos de três marcas diferentes, além da proibição total de um azeite extravirgem com origem desconhecida.

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Entre os itens recolhidos está a polpa de morango da marca De Marchi, lote 09437-181, com validade até 01/11/2026. Segundo o laudo do Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (Lacen/SC), o produto apresentou resultado insatisfatório no ensaio de detecção de matérias estranhas, o que compromete a qualidade e a segurança alimentar.

Outro item interditado é o champignon inteiro em conserva da marca Imperador, fabricado pela Indústria e Comércio Nobre. O lote 241023CHI, com validade até 10/2026, apresentou níveis de dióxido de enxofre acima do limite permitido pela legislação. A análise foi realizada pelo Lacen do Distrito Federal.

Leia também: Corpo de homem é encontrado morto às margens de igarapé no bairro Jorge Teixeira em Manaus

O molho de alho da marca Qualitá, fabricado pela empresa Sakura Nakaya Alimentos, também apresentou problemas semelhantes. O lote 29, com validade até 01/2026, foi alvo de recolhimento após análise do Lacen-DF apontar excesso de dióxido de enxofre.

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Além dos recolhimentos, a Anvisa determinou a apreensão imediata do azeite extravirgem da marca Vale dos Vinhedos. O produto foi considerado irregular por não apresentar informações claras de origem e por não atender aos padrões exigidos nos testes de rotulagem e análise físico-química. A empresa responsável, Intralogística Distribuidora Concept, está com o CNPJ suspenso por inconsistências cadastrais na Receita Federal.

A Anvisa reforça que medidas como essas são necessárias para proteger a saúde pública e garantir que os produtos comercializados estejam de acordo com as normas de segurança alimentar.

A reportagem segue tentando contato com as empresas citadas para incluir seus posicionamentos.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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