Anvisa suspende venda de fórmula infantil Alfamino da Nestlé; entenda
Órgão regulador detecta níveis acima do permitido de minerais em lote de alimento para bebês e determina recolhimento.

(Foto: divulgação)
Resumo
Anvisa suspende a venda da fórmula infantil Alfamino, da Nestlé, no Brasil após encontrar níveis acima do permitido de selênio e iodo, determinando recolhimento do produto.
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Notícias do Brasil – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão da venda e a retirada do mercado de um lote da fórmula infantil Alfamino, fabricada pela Nestlé, após identificar níveis superiores aos permitidos por lei de selênio e iodo — minerais essenciais, mas que em excesso podem trazer riscos à saúde de lactentes.
A medida da Anvisa ocorreu em caráter preventivo, com base em análises laboratoriais que apontaram a irregularidade em um lote específico do produto, usado como alimento nutricionalmente completo para bebês com necessidades especiais de dieta. O órgão regulador considerou que as concentrações detectadas desses micronutrientes estavam fora dos limites estabelecidos na legislação de produtos infantis, o que motivou a determinação de suspensão, recolhimento e inibição de distribuição até que a situação seja regularizada.
Riscos, efeitos e o que fazer
O selênio e o iodo são elementos presentes em diversas fórmulas infantis por sua importância no desenvolvimento metabólico e tireoidiano. No entanto, em níveis elevados podem provocar efeitos adversos, especialmente em crianças pequenas cujo organismo é mais sensível às variações de micronutrientes.
A Anvisa orienta que consumidores e estabelecimentos comerciais parem imediatamente de comercializar ou utilizar o lote apontado como irregular. Clientes que adquiriram o produto devem procurar orientação médica caso haja qualquer sintoma ou dúvida sobre a ingestão.
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A fabricante foi notificada e tem prazo para apresentar esclarecimentos técnicos, adotar o recolhimento voluntário dos produtos afetados e demonstrar medidas corretivas para atender aos padrões de segurança exigidos pela regulamentação sanitária.
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A decisão reforça a atenção do órgão regulador brasileiro na fiscalização de alimentos infantis e na proteção da saúde de bebês e crianças, com base em parâmetros de qualidade e composição nutricional estabelecidos para produtos destinados à primeira infância.
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