Após oito dias internado, ministro do STJ acusado de assédio retorna para casa
Ele estava internado desde 5 de fevereiro, após apresentar palpitações e dores no peito.
- Foto: STJ
Resumo
O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Marco Buzzi, afastado do cargo por suspeita de assédio sexual, recebeu alta do hospital DF Star, em Brasília, após oito dias de internação por dores no peito e palpitações. Ele continuará afastado das funções por 90 dias, conforme atestado médico, enquanto tramita sindicância interna na Corte.
Notícias do Brasil – O ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça, deixou o hospital DF Star na última sexta-feira (13), mas a informação só foi divulgada publicamente nesta terça-feira.
PUBLICIDADE
Leia mais: Moraes autoriza quebra de sigilo de servidores suspeitos de acessar dados de ministros
Ele estava internado desde 5 de fevereiro, após apresentar palpitações e dores no peito. Após oito dias sob cuidados médicos, recebeu alta e retornou para casa, onde seguirá em repouso.
Afastamento decidido pelo plenário
Buzzi foi afastado do cargo por decisão unânime do plenário do STJ, após o recebimento de denúncias de assédio sexual. O caso está sendo analisado no âmbito de uma sindicância interna instaurada na Corte.
Apesar de ter apresentado atestado médico de 90 dias no mesmo dia em que foi afastado, os ministros entenderam que ele deve permanecer longe das funções enquanto as investigações estiverem em curso.
Uma comissão responsável por avaliar o resultado das apurações já tem reunião marcada para o dia 10 de março.
PUBLICIDADE
Duas denúncias chegaram ao CNJ
As acusações contra o ministro envolvem duas mulheres. A primeira denúncia foi feita por uma jovem de 18 anos, filha de amigos do magistrado. O segundo relato foi encaminhado ao Conselho Nacional de Justiça.
Segundo informações divulgadas, o corregedor nacional de Justiça, Mauro Campbell Marques, colheu o depoimento da suposta vítima e formalizou o registro da denúncia.
Licença médica e acompanhamento
O atestado apresentado por Buzzi foi assinado por uma médica psiquiatra. O documento aponta que o ministro possui comorbidades, como diabetes e hipertensão, e que, em razão do tratamento medicamentoso, precisará também de acompanhamento neurológico.
Ele segue afastado por 90 dias por questões de saúde, período que coincide com o andamento da sindicância.
Processo segue em apuração
O afastamento cautelar foi determinado enquanto a investigação interna é conduzida. O resultado da sindicância poderá definir eventuais medidas administrativas futuras.
O caso continua sob análise das instâncias competentes, tanto no STJ quanto no CNJ.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






