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Após soco em debate, assessor de Marçal terá de manter distância mínima de marqueteiro de Nunes

A Justiça determinou que sejam organizadas entradas e saídas separadas para os dois em todos os eventos de campanha.

27/09/2024 às 22:40

  • O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que Nahuel Gomes Medina, assessor de Pablo Marçal, mantenha distância mínima de 10 metros de Duda Lima durante debates eleitorais e 300 metros fora deles, além de evitar locais onde Lima esteja.
  • A decisão foi tomada após Medina agredir Duda Lima com um soco no rosto durante um debate, e a Justiça também ordenou entradas e saídas separadas para ambos em eventos de campanha para evitar novos confrontos.
  • O tribunal entendeu que a agressão foi grave e parte de uma escalada de violência eleitoral, concedendo a medida cautelar para proteger Lima, enquanto Medina segue autorizado a participar dos debates.

Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) determinou que Nahuel Gomes Medina, assessor de Pablo Marçal (PRTB), mantenha uma distância mínima de 10 metros do marqueteiro Duda Lima, que integra a campanha de Ricardo Nunes (MDB), durante os debates eleitorais. Fora desses eventos, a distância exigida é maior: Medina deve permanecer a pelo menos 300 metros de Lima e evitar qualquer local onde ele esteja, independentemente de quem tenha chegado primeiro.

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A Justiça também mandou que sejam organizadas entradas e saídas separadas para os dois em todos os eventos de campanha em que possam se encontrar, a fim de evitar novos confrontos. A decisão ocorre após Medina agredir o marqueteiro de Nunes com um soco no rosto no debate entre os candidatos organizado pelo Flow.

Procurada por meio da campanha de Marçal, a defesa de Medina ainda não havia se manifestado sobre a decisão até a publicação deste texto.

A medida cautelar foi concedida após a defesa de Duda Lima recorrer da decisão de primeira instância que havia negado o pedido inicial de proteção por considerar que o episódio de agressão foi um ato isolado e pontual. O Tribunal, no entanto, entendeu que a agressão contra o marqueteiro foi grave e que se soma à escalada de violência na campanha eleitoral.

“Existe nos autos afirmação de que Nahuel Gomes Medina já teria tentado agredir outras pessoas em outro debate. Porém, assistindo o link trazido aos autos, observa-se que ele se aproxima de terceiro que o desafia. Ou seja, não fica claro quem inicia ou busca um confronto físico. Porém, é certo de que ele agrediu, com gravidade ainda a ser verificada, o recorrente. Ainda que o recorrente tenha tentado retirar de suas mãos um celular, segundo Nahuel Gomes Medina, não se justifica uma agressão do grau que ocorreu, que se percebe pelas fotografias do rosto e pelos pontos que sofreu Eduardo Rodrigues de Lima”, diz o relator do caso, Lauro Mens de Mello, complementando que “a isso se acrescenta a escalada de violência na campanha eleitoral, em especial nos debates, como é fato público e notório, o que deve ser coibido”.

A decisão do tribunal permite que Medina continue participando dos debates para não prejudicar a campanha de Marçal. No entanto, para evitar novos confrontos, a Justiça deu orientações específicas aos organizadores dos eventos, como garantir entradas e saídas separadas para ambos e reforçar a segurança no local.

“A decisão da Justiça deixa claro, àqueles que deturpam a verdade, quem é o agressor e quem é a vítima. Foi uma agressão grave e covarde, que a Justiça já deixa evidente que não passará impune. Isso mostra para a população que pode confiar no poder judiciário, nas pessoas de bem e estabelecer a verdade dos fatos”, diz o advogado de Duda Lima, Daniel Bialski.

Estadão Conteúdo

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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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