Assista: Personal Trainer quebra salão de beleza após acusar dona do estabelecimento de calote
Caso foi registrado na Polícia Civil como “dano”.
- Foto: Reprodução
Em uma polêmica que vem gerando grande repercussão nas redes sociais, um personal trainer foi flagrado destruindo o salão de beleza de uma empresária em Goiânia após acusá-la de calote no pagamento de aulas particulares. O caso, ocorrido em julho, foi registrado na Polícia Civil como “dano”, resultando na lavratura de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), que já foi encaminhado ao Poder Judiciário.
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O vídeo que circula na internet mostra o personal trainer visivelmente irritado, lendo mensagens em que cobra a empresária Ana Freitas, dona do salão de beleza. Ele alega ter tentado resolver a situação de forma pacífica, mas que a empresária “preferiu” o constrangimento público. Em uma das mensagens divulgadas no vídeo, o personal afirma: “Vou até filmar seu estabelecimento e colocar no Instagram, vai para uma página de 20 mil seguidores […] Contratou meu serviço e não quer me pagar, já tem mais de três semanas que estou cobrando e ela não quer me pagar.”
⏯️ Personal trainer quebra salão de beleza ao cobrar dívida de ex-aluna
Situação foi provocada por desavença entre os envolvidos. Caso foi registrado na Polícia Civil de Goiás (PCGO) como “dano”
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— Metrópoles (@Metropoles) August 8, 2024
Ana Freitas, em entrevista ao portal g1, relatou que realizou três aulas com o personal trainer, sendo que duas delas foram oferecidas como “experimentais”. Segundo a empresária, após essas aulas que deveriam ser gratuitas, ela realizou a terceira, e somente depois o profissional começou a exigir o pagamento. De acordo com Ana, ela foi pega de surpresa pela cobrança e tentou argumentar com o personal, o que acabou desencadeando a reação violenta.
Contudo, a versão do personal trainer diverge significativamente do relato da empresária. Ele, que preferiu não ter o nome divulgado, explicou ao portal que o acordo inicial previa apenas uma aula experimental, sendo que as demais, programadas para terças, quartas e sextas-feiras, seriam cobradas. Segundo ele, foram ministradas duas aulas, e o pagamento da segunda havia sido adiado a pedido da aluna, que estaria ansiosa para iniciar o treinamento.
“Cheguei lá para cobrar tranquilamente, e antes de ela começar a gravar, estava debochando da minha cara. Foi quando comecei a me alterar. Em nenhum momento a xinguei, só frisei que ela precisava me pagar, até que aconteceu o episódio de quebrar as coisas dela”, justificou o personal trainer, admitindo que a situação fugiu do controle e resultou na destruição do estabelecimento.
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