Caça A-29 Super Tucano da FAB, usado em interceptação na Amazônia, já foi adquirido por 15 países
Modelo turboélice combina baixo custo, versatilidade e armamento avançado, permitindo operações de defesa aérea e apoio a tropas em solo.

Foto: Reprodução
Notícias do Brasil – O A-29 Super Tucano, caça da Força Aérea Brasileira (FAB) usado na interceptação de um avião venezuelano carregado com drogas no dia 10 de setembro, já foi adquirido por mais de 15 países. O modelo, turboélice leve de ataque e treinamento avançado, possui velocidade máxima de 590 km/h, autonomia superior a 1.500 km em missões armadas e capacidade de transportar até 1.550 kg de armamentos distribuídos em cinco pontos externos de fixação.
PUBLICIDADE
Cada aeronave sai de fábrica equipada com duas metralhadoras calibre 12,7 mm, mas também pode carregar foguetes, bombas convencionais ou guiadas, tanques extras e mísseis ar-ar de curto alcance. Segundo a Embraer, o Super Tucano é versátil e pode atuar em interceptações de aeronaves de baixo desempenho, defesa aérea, apoio próximo a tropas em solo, treinamento de pilotos e operações integradas de fronteira. A FAB iniciou em 2025 o programa de modernização A-29M, que inclui integração com o F-39 Gripen, telas panorâmicas digitais, capacetes com visores e o sistema de comunicação criptografada Link-BR2.
O caça brasileiro é exportado em parceria com a Sierra Nevada Corporation, nos Estados Unidos, que monta unidades para exportação a países aliados, como Afeganistão, Líbano e Nigéria. Entre os compradores recentes estão Portugal, Uruguai e Panamá, demonstrando a competitividade internacional do A-29. O modelo também é equipado para operar em pistas curtas e regiões remotas, o que o torna ideal para missões na Amazônia e em outros territórios de difícil acesso.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos





