Casal confessa ter matado o próprio filho recém-nascido asfixiado após parto
Cada um apresentou uma versão diferente sobre quem praticou diretamente o crime.
- A Polícia Civil do Rio investiga a morte de um recém-nascido em Duque de Caxias, após o casal Larissa Monteiro da Costa e Bruno Lucas Ribeiro da Silva confessar que o bebê morreu por asfixia logo após o parto.
- Larissa afirmou que Bruno teria sufocado o bebê com um pano e que ela pediu para ele enterrar o corpo, enquanto Bruno disse que foi Larissa quem usou uma camiseta para asfixiar a criança e que ele apenas assistiu.
- A Justiça do Rio converteu a prisão em flagrante dos dois em prisão preventiva, e o caso veio à tona quando Larissa passou mal e, no hospital, médicos identificaram sinais de parto recente.
- O inquérito seguirá com confronto entre depoimentos, laudos periciais e exames do corpo do bebê para definir a dinâmica do crime e a participação de cada um.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: reprodução
Notícias do Brasil – A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) investiga a morte de um recém-nascido em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O casal Larissa Monteiro da Costa, de 22 anos, e Bruno Lucas Ribeiro da Silva, de 29 anos, preso no último sábado (25), confessou em depoimento ter matado o bebê logo após o parto.
Embora ambos tenham admitido que a criança morreu por asfixia, cada um apresentou uma versão diferente sobre quem praticou diretamente o crime. Vídeo do depoimento completo dos dois foi publicado pelo portal Metrópoles.
Na terça-feira (28), a Justiça do Rio de Janeiro converteu a prisão em flagrante dos dois em prisão preventiva.
O que disse a mãe durante o depoimento?
Segundo o depoimento prestado à Polícia Civil, Larissa afirmou que nunca quis ficar com a criança e que já havia manifestado essa decisão durante a gestação.
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Ela declarou aos investigadores que o bebê nasceu com vida e chegou a chorar após o parto.
De acordo com a versão apresentada por ela, Bruno teria utilizado um pano para impedir que a criança respirasse. Larissa afirmou ainda que o companheiro comentou que o recém-nascido era “forte”, porque demorou a parar de chorar.
A jovem também disse que pediu para Bruno enterrar o corpo do bebê, mas afirmou que desmaiou e não sabe o que aconteceu em seguida.
Casal confessa ter matado o próprio filho recém-nascido asfixiado após parto
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Qual foi a versão apresentada pelo pai?
Bruno Lucas Ribeiro apresentou uma versão diferente aos investigadores.
Segundo ele, foi Larissa quem utilizou uma camiseta para sufocar o bebê logo após o nascimento, enquanto ele assistia à cena sem conseguir reagir.
Ainda conforme o depoimento, o casal foi até o quintal da residência, onde Larissa teria continuado a asfixia da criança.
Bruno afirmou que, depois da morte do recém-nascido, colocou o corpo dentro de dois sacos de lixo e permaneceu no local enquanto socorria Larissa, que teria desmaiado.
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Como o crime foi descoberto?
O caso veio à tona depois que Larissa passou mal e foi levada para um hospital da região.
Durante o atendimento, a equipe médica identificou sinais de parto recente e questionou onde estava o bebê.
Segundo a investigação, os profissionais de saúde foram informados de que a criança estava morta em um cômodo localizado nos fundos da residência.
Sem saber da gravidez, familiares do casal foram até o imóvel, recolheram o corpo do recém-nascido e o levaram para a unidade hospitalar.
Quais crimes o casal responde?
Larissa Monteiro da Costa e Bruno Lucas Ribeiro da Silva foram presos no bairro Jardim Primavera, em Duque de Caxias.
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Os dois foram autuados em flagrante por:
- Homicídio qualificado;
- Morte do próprio filho recém-nascido.
Posteriormente, a Justiça do Rio de Janeiro converteu as prisões em flagrante em prisões preventivas, e o casal permanecerá à disposição do Judiciário enquanto as investigações continuam.
O que acontece agora?
A Polícia Civil prossegue com a investigação para esclarecer todas as circunstâncias do caso.
Os depoimentos dos dois suspeitos serão confrontados com:
- Laudos periciais;
- Exames realizados no corpo do bebê;
- Demais provas reunidas durante o inquérito.
Esses elementos serão fundamentais para definir a dinâmica do crime e a participação individual de cada investigado.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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