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Casal de pastores é preso por estuprar menores e filmar sexo com as vítimas

Casal é investigado por abusos sexuais e intimidação de adolescentes, com uso de liderança religiosa e ameaças à denúncia.

Por Marcia Jornalist

18/07/2026 às 13:47

  • A Polícia Civil de Roraima (PCRR) investiga um casal de pastores por crimes sexuais contra adolescentes, atribuídos a um contexto de influência religiosa.
  • Wenderson Lima foi indiciado por: estupro de vulnerável, importunação sexual, favorecimento da prostituição/exploração sexual, registro não autorizado de intimidade sexual, fraude processual e falsidade ideológica; Arielly Kamyla foi indiciada, em tese, por estupro de vulnerável, importunação sexual e fraude processual.
  • A investigação afirma que o casal teria usado a liderança religiosa para ganhar confiança, manter as vítimas sob influência e dificultar denúncias, incluindo alegações de pagamentos/transferências via Pix e “brincadeiras” envolvendo exibição de conteúdo íntimo.
  • O inquérito também indiciou uma terceira mulher (20 anos) por fraude processual e corrupção de menores, por supostamente ter influenciado adolescentes a destruir um celular com provas; o caso foi encaminhado ao Judiciário e ao Ministério Público, com pedido de prisão preventiva para os dois líderes em análise.

Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

Notícias do Brasil- A Polícia Civil de Roraima (PCRR) aponta que um casal, formado por dois pastores, teria praticado uma série de crimes sexuais contra adolescentes.
Segundo o relato investigativo, os abusos ocorreriam em um contexto de influência religiosa.

Quais crimes o casal de pastores é indiciado pela PCRR?

No relatório final, o pastor Wenderson Lima foi indiciado por crimes como:

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  • estupro de vulnerável
  • importunação sexual
  • favorecimento da prostituição/ exploração sexual (conforme descrição legal do inquérito)
  • registro não autorizado de intimidade sexual
  • fraude processual
  • falsidade ideológica

Arielly Kamyla responderá, em tese, por:

  • estupro de vulnerável
  • importunação sexual
  • fraude processual

Como a investigação descreve a atuação do casal com as vítimas?

De acordo com as investigações, o casal teria usado a liderança religiosa para ganhar confiança das adolescentes e de seus familiares.
A PCRR sustenta que as vítimas teriam sido mantidas sob influência com argumentos religiosos, além de mecanismos para dificultar revelações.

A investigação também aponta que, em alguns momentos, foram citadas transferências via Pix e outras vantagens para impedir denúncias.

O que a polícia relata sobre vídeos e “brincadeira” com uma das adolescentes?

Uma das vítimas relatou que, quando tinha 17 anos, recebeu uma carona com Wenderson, que teria parado em uma rua.
Segundo a apuração, ele afirmaria que faria uma “brincadeira” para que ela “adivinhasse” e ele “mostrasse” as cores de peças íntimas.

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A vítima teria recusado a participação. Depois disso, o relato indica que ela teria tirado a blusa, se tocado e exibido vídeos em que o pastor apareceria com relações sexuais com Arielly.

Leia mais: Casa pega fogo e moradores travam corrida contra as chamas na Zona Oeste de Manaus

Por que a PCRR diz que não houve “consentimento”?

A Polícia Civil afirma que o que ocorreu aconteceu sem consentimento livre.
No entendimento do relatório final, haveria manipulação psicológica, abuso de autoridade religiosa e coerção, elementos que afastariam a ideia de voluntariedade.

O inquérito envolveu mais alguém? Houve destruição de provas?

Sim. Uma terceira pessoa, uma mulher de 20 anos, foi indiciada por:

  • fraude processual
  • corrupção de menores

Conforme a investigação, ela teria influenciado duas adolescentes a destruir um celular que continha provas dos supostos crimes.

Para onde o caso foi encaminhado e quais próximos passos?

O inquérito foi enviado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público.
Além disso, a delegada responsável pelo caso também representou pela prisão preventiva dos dois líderes religiosos, e o pedido será analisado pela Justiça.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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