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Caso Banco Master: Gleisi diz que Lula tinha conhecimento de atividades privadas de Lewandowski

Inicialmente, Gleisi chegou a indicar que Lula teria conhecimento da relação direta entre o escritório de Lewandowski e o Banco Master.

Por Jonas Souza

28/01/2026 às 13:27 - Atualizado em 25/05/2026 às 15:14

Resumo

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou que o presidente Lula foi informado de que Ricardo Lewandowski mantinha atividades privadas antes de assumir o Ministério da Justiça. A declaração ocorre após revelação de que o Banco Master pagou R$ 5 milhões ao escritório do ex-ministro enquanto ele integrava o governo.

Notícias do Brasil  – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tinha conhecimento de que o então ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, mantinha contratos privados por meio de seu escritório de advocacia antes de assumir o cargo no governo federal. A informação foi confirmada pela ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, nesta quarta-feira (28).

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A declaração ocorre após ser revelado que o Banco Master pagou cerca de R$ 5 milhões ao escritório de Lewandowski durante o período em que ele ainda ocupava o ministério.

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Segundo Gleisi, ao ser convidado por Lula para integrar o governo, em 2024, Lewandowski informou que prestava serviços de consultoria a instituições privadas e que tomaria as providências necessárias para se desligar dessas atividades, conforme determina a legislação.

“Quando o presidente Lula fez o convite, ele foi avisado de que o ministro tinha contratos privados e que iria se afastar deles, cumprindo a lei”, afirmou a ministra em conversa com jornalistas.

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Relação com o Banco Master não era específica

Inicialmente, Gleisi chegou a indicar que Lula teria conhecimento da relação direta entre o escritório de Lewandowski e o Banco Master, mas depois corrigiu a declaração. Segundo ela, o presidente foi informado de forma geral sobre as atividades privadas, sem detalhamento específico sobre a instituição financeira.

“Ele avisou que exercia atividades privadas e que precisaria se afastar. Não sei se citou exatamente o Banco Master, mas isso não é impeditivo”, explicou.

A ministra também saiu em defesa do ex-ministro da Justiça e rechaçou tentativas de associar o governo a irregularidades envolvendo o Banco Master. Gleisi destacou que foi durante a gestão de Lewandowski que o presidente da instituição, Daniel Vorcaro, acabou preso.

“Foi no período em que Lewandowski estava à frente do ministério que houve a prisão do presidente do banco. Isso demonstra que o governo não foi conivente”, afirmou.

Investigação segue em andamento

De acordo com Gleisi Hoffmann, o governo federal mantém uma postura firme no enfrentamento de possíveis fraudes envolvendo a instituição financeira, com ações conduzidas tanto pelo Banco Central quanto pela Polícia Federal.

A ministra classificou as críticas como uma tentativa da oposição de desgastar politicamente o governo e reforçou que não há interferência ou blindagem em investigações.

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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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