Caso Banco Master vira piada em apresentação de Murilo Couto
Logo no início do trecho, Murilo afirma que aquele seria seu “último vídeo” sobre o tema.
- Foto: reprodução
Resumo
O humorista Murilo Couto usou o chamado Caso Banco Master como tema de um trecho de stand up comedy divulgado nas redes sociais. Em tom satírico, ele ironizou relações entre figuras públicas, valores de honorários advocatícios e a repercussão política e judicial do caso, afirmando tratar-se de humor e não de acusações formais.
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Notícias do Brasil – O comediante Murilo Couto abordou o Caso Banco Master em um vídeo de stand up comedy divulgado nas redes sociais, utilizando o episódio como base para críticas em tom humorístico sobre o sistema financeiro, relações institucionais e a atuação de personagens públicos envolvidos no debate.
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Logo no início do trecho, Murilo afirma que aquele seria seu “último vídeo” sobre o tema e ironiza a ausência de contato por parte da instituição citada.
“Esse vai ser meu último vídeo, meti a boca no trombone e decidi falar sobre o Banco Master. Não entendi porque eu ainda não recebi nenhum e-mail, eu também sou influenciador, pô”, disse.
Humor mira relações institucionais e estratégias jurídicas
Durante a apresentação, Murilo Couto faz piadas sobre a escolha da defesa jurídica do banco, mencionando, de forma satírica, a relação familiar entre integrantes do Judiciário e escritórios de advocacia.
“O advogado que ele escolheu é a mulher do Alexandre de Moraes. A advogada do Banco Master é o escritório da esposa do Alexandre de Moraes, 129 milhões”, afirmou, em tom irônico.
Na sequência, o humorista reforça que não estaria fazendo acusações, usando o exagero como recurso cômico.
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“Pelo amor de Deus, fique bem claro, senhor Alexandão. Me parece totalmente justo, honesto. 129 milhões é o preço base dos honorários de uma boa advogada. De forma nenhuma estou querendo insinuar nada”, completou.
Ironia sobre valores e poder simbólico
Outro ponto explorado no stand up foi o valor que, segundo Murilo, teria sido pago mensalmente pelo banco a integrantes do seu corpo jurídico, sempre em tom de exagero e deboche.
“Três milhões e meio ele estava recebendo por mês do Banco Master. Três milhões e meio! Nem o Léo Lins paga tanto pra um advogado”, disse.
O humorista também comparou esses valores com os salários de ministros do Supremo Tribunal Federal, novamente utilizando o contraste como recurso humorístico.
“Você acha que o Alexandre de Moraes ganha isso por mês? Ele não ganha nem no ano. O salário de ministro do STF é uns 45 mil, 50”, ironizou.
Na parte final do trecho, Murilo recorre à caricatura e à dramatização doméstica fictícia para reforçar o absurdo da situação narrada, deixando claro o uso do exagero típico do stand up comedy.
“Imagina os dois em casa, quem é que tem moral aí? Alexandre de Moraes é o fodão no STF, mas em casa… ‘Aqui eu sou o supremo’”, brincou, em uma encenação cômica.
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