Caso Henry: mensagens no celular da babá mostram “rotina de violência”; Veja

Segundo investigações, na véspera da morte, o menino não deixou mãe lavar a cabeça dele, porque estava doendo.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou, na tarde desta quinta-feira (8/4), que a babá do menino Henry Borel Medeiros, 4 anos, Thayná de Oliveira Ferreira, foi peça fundamental para a investigação da morte da criança, sobretudo para descartar a hipótese de acidente doméstico do caso.

“Surgiu fato de agressões pretéritas. Achamos oportuno fazer a busca e apreensão. Em um dos laudos do telefone da mãe, encontramos prints de conversa de 2 de fevereiro. É uma conversa da mãe e babá relatando uma rotina de violência. A babá fala que Henry relatou que levou uma banda do padrasto. A mãe tinha obrigação legal de afastar o menino do padrasto”, afirmou o delegado Henrique Damasceno, titular da 16ª DP (Barra da Tijuca), em coletiva de imprensa.

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Segundo o delegado, a mãe protegeu o assassino do filho e concordou com o resultado. “Ela ficou firme do lado dele. O Henry ficou mancando. Na hora do banho, o Henry não deixou lavar a cabeça, porque estava doendo. A família harmoniosa era uma farsa”, continuou.

*Fonte: Metrópoles