Caso Vitória: Polícia encontra vestígio de sangue em casa de suspeito
A polícia passou a investigar a residência após encontrar o imóvel totalmente limpo.
- Peritos encontraram sangue na casa de Maicol Antônio Sales dos Santos, principal suspeito preso pelo assassinato de Vitória Regina de Sousa, e aguardam resultado da análise de DNA para confirmar se pertence à vítima.
- Um teste preliminar de DNA no sangue encontrado no carro do suspeito deve ser concluído até sexta-feira (14); o veículo foi peça-chave na investigação após o desaparecimento de Vitória em fevereiro.
- A polícia trabalha com três suspeitos, todos próximos da vítima, e suspeita que mais de uma pessoa esteve envolvida no crime; a casa de Maicol estava anormalmente limpa, levantando suspeitas de tentativa de ocultação de provas.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: Divulgação
Notícias do Brasil – Na terça-feira (11), a Polícia Científica de São Paulo fez uma revelação crucial no caso do assassinato de Vitória Regina de Sousa, de 17 anos. Peritos encontraram sangue na residência de Maicol Antônio Sales dos Santos, o único suspeito preso até o momento, durante duas vistorias realizadas nesta semana. A amostra de sangue foi enviada para uma análise comparativa com o DNA da vítima, e, de acordo com a CNN Brasil, o resultado deve ser liberado na próxima semana.
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Enquanto isso, um teste preliminar que compara o DNA da jovem com o sangue encontrado no carro de Maicol, apreendido antes de sua prisão, deve ser concluído até sexta-feira (14). O veículo, um Toyota Corolla, foi um dos principais pontos de investigação após o desaparecimento de Vitória em 26 de fevereiro, uma quarta-feira.
A investigação já envolve três suspeitos: Maicol, o vizinho da vítima, preso no sábado (8); Gustavo Vinícius, o ex-namorado de Vitória; e Daniel Lucas, que teria tido um envolvimento com o ex-companheiro dela. Segundo a polícia, a casa de Maicol pode ter sido usada como cativeiro, onde Vitória teria sido mantida por um ou dois dias. Três dias após o desaparecimento, no dia 1º de março, ele teria se mudado para outro local.
Ao investigar a residência onde Maicol morava até o fim de fevereiro, a polícia encontrou o imóvel em um estado de limpeza incomum, o que despertou desconfianças. A perícia foi intensificada no local, em busca de qualquer vestígio que não tivesse sido cuidadosamente eliminado. Acredita-se que o crime envolveu mais de uma pessoa, já que seria difícil para um único indivíduo realizar o ato nas circunstâncias do caso. De acordo com a Polícia Civil, os suspeitos têm uma relação próxima e eram amigos.
A investigação continua, e mais detalhes podem surgir nas próximas semanas.
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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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