Cirurgias robóticas contra o câncer de próstata são autorizadas no SUS; veja como será a implementação
A prostatectomia radical é uma cirurgia indicada para remover completamente a próstata e as vesículas seminais.
- Reprodução
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Notícias do Brasil – O Ministério da Saúde anunciou a autorização para o uso de cirurgias robóticas no tratamento do câncer de próstata clinicamente avançado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A medida foi oficializada por meio de uma portaria publicada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Complexo da Saúde (Sectics), que determina um prazo de até 180 dias para que o procedimento esteja disponível na rede pública.
Com a decisão, o SUS passa a incorporar a prostatectomia radical assistida por robô, um avanço tecnológico que promete maior precisão cirúrgica, recuperação mais rápida e menor risco de complicações.
Nos próximos meses, o Ministério da Saúde definirá protocolos clínicos, centros de referência e etapas de capacitação das equipes médicas que atuarão nos hospitais habilitados. O objetivo é garantir segurança, eficiência e qualidade no atendimento aos pacientes.
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Segundo a pasta, a inclusão da cirurgia robótica representa um marco na modernização dos tratamentos oncológicos do SUS, ampliando o acesso a tecnologias de ponta que antes estavam restritas a redes privadas.
Entenda o procedimento
A prostatectomia radical é uma cirurgia indicada para remover completamente a próstata e as vesículas seminais, podendo incluir também a retirada de linfonodos pélvicos, dependendo da evolução do tumor.
O tratamento é considerado um dos mais eficazes para o controle e a eliminação do câncer de próstata, especialmente em estágios iniciais. A utilização de robôs auxilia os cirurgiões a realizar movimentos mais precisos, reduzindo o sangramento, o tempo de internação e o risco de sequelas.
Avanço na oncologia pública
A incorporação da cirurgia robótica ao SUS reflete o avanço das políticas de inovação em saúde pública, com foco na ampliação do acesso a terapias de alta complexidade.
De acordo com especialistas, a tecnologia deve beneficiar, principalmente, pacientes diagnosticados com tumores localmente avançados, oferecendo melhores resultados clínicos e qualidade de vida pós-operatória.
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