CNJ inclui picanha e filé-mignon em cardápio de R$400 mil para eventos
Órgão é presidido pelo ministro Luís Roberto Barroso

Foto: Reprodução
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), presidido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, está prestes a gastar quase R$ 400 mil para contratar uma empresa responsável pelas refeições em eventos promovidos pelo órgão. As informações foram divulgadas pela coluna No Ponto, da revista Oeste.
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De acordo com o que foi apurado, o cardápio a ser oferecido inclui itens como picanha e filé-mignon, demonstrando uma variedade de alimentos que serão servidos em duas categorias principais: proteínas e acompanhamentos.
A lista de carnes de ave contempla peito de frango grelhado com ervas finas e filé de frango preparado com molho de quatro queijos, estrogonofe, à Kiev e salpicão defumado. No segmento de peixes, estão presentes opções como salmão, bacalhau e robalo. Já em relação a tofu e hambúrguer de grão-de-bico, a terceira subdivisão oferece alternativas vegetarianas.
Quanto às carnes vermelhas, o cardápio inclui filé-mignon com diferentes molhos, carne de sol na moranga e, destaque para o menu, picanha. Os acompanhamentos variam entre arroz branco e integral, preparados à grega, carreteiro e com brócolis. Além disso, estão previstas tortas, massas, pudins, musses, frutas e outros alimentos.
Apesar da ampla variedade gastronômica, o serviço de garçom não está incluído no pacote das refeições, porém, o preço deve englobar os talheres, louças, sousplats, jogos americanos, taças, copos e outros utensílios essenciais para a composição da mesa.
A notícia da previsão de gastos do CNJ com alimentação em eventos gerou questionamentos sobre a necessidade e a justificativa para tais despesas, especialmente em um momento em que o país enfrenta desafios econômicos e cortes de gastos em diversas áreas.
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Além disso, a divulgação dos detalhes do cardápio, que inclui itens considerados de alto valor, como picanha e filé-mignon, levanta debates sobre a adequação dos gastos públicos, tendo em vista a responsabilidade fiscal e a transparência na administração dos recursos.
Diante dessas informações, espera-se que o CNJ apresente esclarecimentos sobre a justificativa para os altos custos das refeições em seus eventos e sobre a fiscalização dos gastos públicos, garantindo a eficiência e a responsabilidade na aplicação dos recursos destinados ao órgão.
Redação AM POST
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