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- Foto: Reprodução / Metrópoles
Resumo
Uma passageira foi retirada de um voo com destino a Brasília após discutir com uma comissária sobre o armazenamento de um carrinho de bebê. A mulher afirma ter sido destratada e humilhada, enquanto a companhia aérea diz que a ação seguiu normas de segurança.
Notícias do Brasil – Uma passageira que embarcaria em um voo entre São Paulo e Brasília acabou sendo retirada da aeronave após um desentendimento com uma comissária de bordo. O motivo da discussão foi a tentativa de guardar um carrinho de bebê no compartimento de bagagem.
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De acordo com o relato da mulher, ela pediu ajuda à funcionária da companhia aérea, mas teve o pedido negado de forma considerada ríspida.
Pedido de ajuda gera conflito
A passageira, que viajava sozinha com uma criança de colo, afirmou que esperava apenas um gesto de apoio diante da situação. Segundo ela, a negativa da comissária foi acompanhada de um tom considerado inadequado.
Mesmo sem assistência, a mulher conseguiu acomodar o carrinho e seus pertences por conta própria. Em seguida, decidiu registrar uma reclamação sobre o atendimento.
Ao tentar formalizar a queixa, a passageira passou a gravar a abordagem, o que, segundo seu relato, agravou a situação. A comissária teria se incomodado com a gravação e acionado outros membros da equipe.
Pouco depois, a Polícia Federal foi chamada e a passageira acabou sendo retirada do voo. Ela afirma que não houve justificativa clara para a medida e que nenhum registro formal foi feito pelos agentes.
Relato de constrangimento
A mulher diz ter se sentido exposta ao ser escoltada para fora da aeronave, especialmente por estar com o filho pequeno. Segundo ela, outros passageiros presenciaram a situação e demonstraram apoio.
Ainda de acordo com o relato, um passageiro teria informado posteriormente que ouviu um comentário ofensivo por parte da comissária, o que aumentou o sentimento de indignação.
Versão da companhia aérea
Em nota, a companhia aérea informou que a Polícia Federal foi acionada após a passageira discordar das normas de segurança relacionadas ao transporte do carrinho de bebê.
A empresa também destacou que o voo teve atraso e que a cliente foi realocada sem custos em outra aeronave, onde conseguiu seguir viagem conforme os procedimentos estabelecidos.
A passageira afirmou que pretende buscar medidas judiciais contra a companhia, alegando tratamento inadequado e constrangimento público.
O caso levanta discussões sobre o atendimento a passageiros em situações específicas, especialmente aqueles que viajam com crianças pequenas, e o equilíbrio entre protocolos de segurança e bom senso no atendimento.