Consultoria “fantasma” de R$ 371 milhões liga Careca do INSS a publicitária do PT
Empresa sem estrutura digital, registrada em nome de auxiliar de serviços gerais, entrou no radar da CPMI após transações milionárias e repasse de R$ 200 mil.

(Foto: Divulgação)
Resumo
CPMI do INSS identifica empresa de consultoria com indícios de fachada que movimentou R$ 371 milhões e realizou pagamento ligado ao empresário conhecido como Careca do INSS.
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Notícias do Brasil – A CPMI do INSS identificou indícios de irregularidades em uma empresa de consultoria que movimentou cifras milionárias e aparece ligada ao empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. A empresa, chamada Spyder Consultoria, chamou atenção por ter movimentado R$ 371 milhões em apenas seis meses, mesmo sem apresentar estrutura compatível com esse volume financeiro.
Registrada recentemente, a empresa não possui site institucional, presença em redes sociais ou histórico público de atuação no mercado. Apesar disso, apresentou uma movimentação financeira considerada atípica, uma das maiores já detectadas pela comissão parlamentar que investiga fraudes envolvendo recursos da Previdência Social.
Um dos pontos centrais da apuração envolve um pagamento de R$ 200 mil feito pela Spyder à publicitária Danielle Miranda Fonteles. O repasse consta em relatórios financeiros analisados pela CPMI e ampliou o escopo das investigações, que buscam entender a real função da empresa no suposto esquema.
Ligação com rede empresarial investigada
A Spyder entrou no radar dos parlamentares após receber recursos de outra empresa ligada ao Careca do INSS, que já vinha sendo monitorada por movimentações suspeitas. O fluxo de dinheiro entre diferentes pessoas jurídicas reforçou a hipótese de uso de empresas para pulverizar recursos e dificultar o rastreamento financeiro.
Mesmo com capital social baixo, a consultoria apresentou volume de créditos e débitos compatível com o de grandes empresas nacionais. Para investigadores, esse descompasso entre estrutura formal e movimentação financeira é um dos principais indícios de que a empresa pode ter sido usada como fachada.
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Posicionamento e desdobramentos
Em nota, Danielle Fonteles afirmou que não conhecia a empresa e que o pagamento teria sido ordenado por Antônio Antunes, dentro de uma negociação imobiliária posteriormente desfeita. Documentos teriam sido apresentados às autoridades para justificar a transação.
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A CPMI segue analisando quebras de sigilo bancário e fiscal para identificar a origem e o destino final dos recursos, além de eventuais responsabilidades criminais e administrativas. O caso pode gerar novos desdobramentos tanto no âmbito político quanto judicial.
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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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