Corpo carbonizado de contador é encontrado dentro de casa e mistério intriga vizinhos
Suspeito é acusado de matar e queimar a vítima em crime motivado por relacionamento e roubo.
- (Foto: Divulgação)
Um contador de 41 anos, identificado como Nilton de Paula Ferreira, conhecido como “Niltinho”, foi encontrado morto em 21 de maio, com o corpo parcialmente carbonizado no quintal de sua casa no bairro Soares, em Niquelândia (GO), cidade a cerca de 305 km de Goiânia. A vítima teria sido enforcada com um cinto antes de ter o corpo incendiado, conforme laudo preliminar da perícia.
PUBLICIDADE
A investigação constatou que Nilton mantinha um relacionamento amoroso esporádico com o suspeito, um jovem de 19 anos identificado como Willik Muriel Teixeira. Na noite do crime, ambos se encontraram, consumiram bebidas alcoólicas e houve uma discussão que culminou em luta corporal. Willik teria utilizado um dos cintos da vítima para estrangulá-lo antes de arrastar o corpo para o quintal, cobrir com uma coberta e atear fogo.
O carro da vítima, um Fox branco, foi encontrado queimado em uma região de mata na GO‑237, o que motivou as primeiras linhas de investigação. A Polícia encontrou joias, relógios e cerca de R$ 13 mil em dinheiro, além de um galão de gasolina utilizado no crime.
Willik foi preso em 10 de junho no Espírito Santo, transportando parte dos itens roubados, que foram recuperados pela polícia. A prisão temporária evoluiu para denúncia formal em 7 de julho, quando o Ministério Público acusou o jovem de homicídio qualificado por motivo torpe e uso de meio cruel. Em julgamento posterior, ele foi condenado a 27 anos e 10 dias de prisão.
A tragédia, que chocou a comunidade local, também gerou manifestação do Conselho Regional de Contabilidade de Goiás (CRC-GO), que emitiu nota lamentando a morte de Nilton, um profissional dedicado e entusiasta da contabilidade.
A perícia concluiu que a causa da morte foi asfixia por estrangulamento, seguida de carbonização. A reta final do processo consistirá em análise complementar do celular da vítima e reconstituição dos fatos para consolidar a cronologia do crime.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






