Defesa de Lulinha avalia pedir que investigação deixe o STF e vá para a primeira instância
Advogados estudam solicitar que o novo inquérito contra o filho do presidente Lula seja remetido à Justiça Federal de primeira instância.
- A defesa de Lulinha (Luís Cláudio Lula da Silva) estuda pedir que o novo inquérito saia do STF e seja encaminhado à Justiça Federal de primeira instância.
- O argumento é que a investigação não envolveria autoridades com foro por prerrogativa de função, o que costuma deslocar a competência para a primeira instância.
- O inquérito, aberto pela Polícia Federal com autorização do ministro André Mendonça, apura supostos crimes de corrupção e tráfico de influência ligados a possíveis tentativas de destravar negócios de cannabis medicinal no Ministério da Saúde, sob sigilo.
- A defesa diz que ainda não houve decisão definitiva sobre o pedido; se for protocolado, André Mendonça analisará a solicitação antes de qualquer mudança na tramitação.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: Danilo M. Yoshioka
Notícias do Brasil – A defesa de Luís Cláudio Lula da Silva, conhecido como Lulinha, estuda solicitar que o novo inquérito em que ele é investigado deixe o Supremo Tribunal Federal (STF) e seja encaminhado para a Justiça Federal de primeira instância. A estratégia jurídica é baseada no entendimento de que a investigação não envolveria autoridades com foro por prerrogativa de função. Nesses casos, a competência costuma ser da primeira instância, e não do Supremo.
Os advogados afirmaram que ainda não tomaram uma decisão definitiva, mas disseram que “todas as opções estão na mesa”.
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O que está sendo investigado
O inquérito foi aberto pela Polícia Federal após autorização do ministro André Mendonça, relator do caso no STF.
Segundo a investigação, o objetivo é apurar se Lulinha teria cometido os supostos crimes de:
- Corrupção;
- Tráfico de influência.
A apuração busca esclarecer uma suposta atuação para destravar negócios relacionados ao setor de cannabis medicinal dentro do Ministério da Saúde.
O procedimento tramita sob sigilo.
O que disse a defesa de Lulinha
Em nota, o advogado Marco Aurélio de Carvalho afirmou que a equipe jurídica continua confiando na condução do ministro André Mendonça e destacou que nenhuma decisão foi tomada sobre o pedido de remessa do processo.
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Segundo o advogado:
“Seguimos depositando nele a crença de que esse tema será conduzido com a serenidade necessária, sem qualquer tipo de instrumentalização política ou eleitoral.”
Além disso, a defesa reforçou que avalia todas as medidas jurídicas cabíveis.
Por que a primeira instância pode assumir o caso
O foro por prerrogativa de função garante que determinadas autoridades sejam julgadas diretamente por tribunais superiores.
Como, segundo fontes da Polícia Federal, o novo inquérito não envolve investigados com foro privilegiado, a defesa entende que o processo poderá ser encaminhado para um juiz federal de primeira instância, caso o STF reconheça a falta de competência para conduzir a investigação.
A decisão sobre uma eventual remessa caberá ao próprio Supremo.
Qual é o próximo passo da investigação
Até o momento:
- O inquérito permanece sob sigilo;
- Não há decisão sobre o pedido de envio do caso à primeira instância;
- A defesa ainda analisa se apresentará formalmente o requerimento ao STF.
Caso o pedido seja protocolado, caberá ao ministro André Mendonça analisar a solicitação antes de qualquer mudança na tramitação do processo.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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