Denúncia revela plano para matar Moraes e monitoramento na diplomação de Lula
O grupo sabia onde o Ministro estaria sentado para cometer o assassinato.
- Denúncia do procurador-geral Paulo Gonet revelou um esquema sofisticado de monitoramento do ministro Alexandre de Moraes, com suspeitos ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
- O grupo, usando codinomes e o aplicativo Signal, planejou um possível atentado contra Moraes durante a diplomação de Lula, mas a ação foi cancelada após mudança na agenda do STF.
- As investigações destacam o uso de estruturas paralelas e ameaças contra autoridades, e o caso continua em análise pela Justiça.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- (Foto: Divulgação)
A recente denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, revelou um sofisticado esquema de monitoramento do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. O grupo investigado, que teria ligação com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), chegou a levantar informações detalhadas sobre a posição que o magistrado ocuparia durante a cerimônia de diplomação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 12 de dezembro de 2022.
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O plano, batizado de “Copa 2022”, envolvia o uso de codinomes inspirados em seleções de futebol e referências ao seriado “La Casa de Papel”. A investigação da Polícia Federal, no entanto, não conseguiu identificar o indivíduo conhecido como “Alemanha”, apontado como líder da operação. Mesmo assim, Gonet detalhou a atuação dos demais envolvidos e destacou o uso do aplicativo Signal para troca de mensagens sigilosas, bem como o registro de linhas telefônicas em nome de terceiros, dificultando o rastreamento.
A comunicação entre os suspeitos indica que os movimentos de Moraes foram acompanhados em tempo real. Em uma rara troca de mensagens fora do Signal, Marcelo Câmara, ex-assessor de Bolsonaro, enviou informações detalhadas para Mauro Cid, então ajudante de ordens do ex-presidente. A mensagem descrevia a logística da diplomação de Lula no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), incluindo a rota de desembarque, setores de acesso e a localização específica de Moraes.
De acordo com a denúncia, o atentado contra Moraes estava programado para ocorrer em 15 de dezembro. No dia 13, dois dias após a diplomação, o terminal vinculado ao codinome “Gana” deslocou-se de Goiânia para Brasília e passou a operar em áreas próximas à residência funcional do ministro.
No dia planejado para a execução, integrantes do grupo, com exceção de “Alemanha”, viajaram para a capital federal. Segundo a denúncia, a ação contava com o envolvimento de um grupo militarizado conhecido como “kids preto”, que teria se posicionado estrategicamente para agir. No entanto, a operação foi cancelada por ordem de “Alemanha” após o adiamento da votação do orçamento secreto no STF. A mudança na agenda do tribunal foi noticiada pela imprensa e rapidamente compartilhada entre os conspiradores.
As revelações trazidas pela denúncia reforçam a gravidade das investigações sobre possíveis ameaças contra autoridades e o uso de estruturas paralelas para monitoramento e execução de planos criminosos. O caso segue sob análise da Justiça.
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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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