Deolane Bezerra é denunciada por lavagem de dinheiro e associação criminosa
Segundo as investigações, Deolane teria recebido depósitos considerados atípicos entre os anos de 2018 e 2021.
- Pena de Deolane pode ser cumprida em mansão com cinema e palco para shows -Foto: Reprodução
Resumo
O Ministério Público de São Paulo (MPSP) denunciou a influenciadora Deolane Bezerra pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro em investigação que apura suposta ligação com integrantes do PCC. A denúncia também inclui Marcola, familiares do líder da facção e um apontado operador financeiro do grupo.
Notícias do Brasil – O Ministério Público de São Paulo (MPSP) apresentou denúncia contra a influenciadora digital Deolane Bezerra por suposto envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
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A denúncia foi confirmada nesta quarta-feira (10) pelo promotor Lincoln Gakiya e faz parte das investigações da Operação Vérnix, que apura movimentações financeiras consideradas suspeitas envolvendo integrantes da facção criminosa.
Investigação aponta movimentações financeiras suspeitas
Segundo as investigações, Deolane teria recebido depósitos considerados atípicos entre os anos de 2018 e 2021. A Polícia Civil e o Ministério Público afirmam que empresas e terceiros teriam sido utilizados para ocultar patrimônio e movimentar recursos atribuídos ao PCC.
Uma transportadora localizada em Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, é apontada pelos investigadores como peça central do suposto esquema de lavagem de dinheiro envolvendo familiares de Marco Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola.
Marcola e familiares também foram denunciados
Além de Deolane Bezerra, o Ministério Público denunciou:
- Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola;
- Alejandro Juvenal Herbas Camacho Junior;
- Paloma Sanches Herbas Camacho;
- Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho;
- Everton de Souza, conhecido como “Player” ou “Temer”.
De acordo com a investigação, Everton atuaria como operador financeiro da facção e seria responsável pela gestão de bens e circulação de recursos ligados à cúpula do PCC.
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Segundo os investigadores, foi a partir da análise das movimentações atribuídas a Everton que a polícia chegou ao nome da influenciadora.
Operação investiga ocultação de patrimônio
As autoridades apontam que Deolane utilizaria sua imagem pública e empresas ligadas ao seu nome para dissimular valores oriundos de atividades criminosas.
As investigações indicam que:
- R$ 13,6 milhões teriam passado por contas pessoais da influenciadora entre 2018 e 2022;
- outros R$ 14 milhões teriam sido movimentados por três empresas associadas a ela.
A operação também cumpriu mandados de prisão preventiva, além de buscas e apreensões relacionadas ao caso.
Defesa contesta prisão e acusações
A defesa de Deolane Bezerra afirma que a prisão preventiva não atende aos requisitos legais previstos na legislação brasileira.
Os advogados sustentam que:
- não há risco concreto à ordem pública;
- não existe ameaça à instrução criminal;
- as provas já estão sob posse das autoridades.
Até o momento, a influenciadora nega envolvimento com atividades criminosas.
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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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