Desaparecimento da irmã de Vitor Belfort vira tema de documentário; Promotor diz que há novidades no caso
Em 2004, irmã do lutador Vitor Belfort sumiu em plena luz do dia em uma das avenidas mais movimentadas do Rio de Janeiro.
- Desaparecimento da irmã de Vitor Belfort vira tema de documentário; Promotor diz que há novidades no caso-Foto: Reprodução
Nessa quarta-feira, 25, estreou no Disney+ a série Volta, Priscila, que revive um dos casos mais intrigantes e dolorosos de desaparecimento no Brasil: o de Priscila Belfort. Irmã do famoso lutador de MMA Vitor Belfort, Priscila desapareceu há mais de 20 anos, quando saiu para almoçar em seu horário de trabalho na Secretaria Municipal de Esportes e Lazer do Rio de Janeiro, localizada na Avenida Presidente Vargas, no centro da cidade. Desde então, o caso se mantém sem desfecho, deixando uma lacuna na vida de seus familiares e amigos.
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Apesar do longo tempo passado, as investigações nunca foram arquivadas. O promotor responsável pelo caso, André Luiz Cardoso, que acompanha o inquérito desde o início, esclareceu que o processo continua ativo. Segundo ele, o desaparecimento de uma pessoa não é algo que possa ser simplesmente encerrado. “Uma pessoa desaparecida você não tem como arquivar simplesmente aquele inquérito, ainda que eventual homicídio prescreva”, afirmou Cardoso no último episódio da série.
O documentário traz uma narrativa que mistura entrevistas com familiares, amigos e autoridades, além de explorar os sentimentos de angústia e a busca incessante por respostas. Dirigida por Eduardo Rajaball, a série conta com entrevistas de Vitor e Jovita Belfort, Joana Prado e José Marcos Belfort, além de jornalistas como Sonia Abrão e Gilberto Barros, cujos programas de TV cobriram imensamente o caso na época.
Recentemente, novas pistas surgiram, e o promotor André Luiz Cardoso reforçou que essas novas informações têm possibilitado o avanço de novas investigações. “Nós temos que aguardar o surgimento de novas informações, como vem acontecendo no momento, para fazer novas diligências, que não podem ser reveladas. Tem coisa nova vindo aí”, disse ele, deixando a esperança de que o mistério possa, finalmente, se resolver.
Para os familiares, o documentário é tanto uma forma de manter a memória de Priscila viva quanto uma tentativa de jogar luz a casos de pessoas desaparecidas.
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