Desembargador investigado por venda de sentenças comprou imóveis e carros de luxo com dinheiro em espécie, diz PF
Investigação da Polícia Federal aponta que magistrado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul utilizava dinheiro vivo.
- A Polícia Federal afirma que o desembargador do TJMS, Alexandre Aguiar Bastos, teria usado dinheiro em espécie para comprar terrenos, imóveis e veículos de luxo durante o período em que é investigado por suposta participação em esquema de venda de sentenças.
- A investigação cita conversas encontradas no celular do magistrado, com referência ao uso frequente de “dinheiro vivo” para pagamentos pessoais e valores entregues em pacotes de notas.
- A defesa nega irregularidades e sustenta que os recursos teriam origem na conta bancária do escritório de advocacia do qual ele fazia parte antes de se tornar magistrado.
- O caso segue em apuração desde 2025, com análise da PF e do Conselho Nacional de Justiça; se houver confirmação de irregularidades, os envolvidos podem responder nas esferas administrativa, cível e criminal.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: Divulgação
Notícias do Brasil – A Polícia Federal afirma que o desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), Alexandre Aguiar Bastos, utilizou dinheiro em espécie para comprar terrenos, imóveis e veículos de luxo durante o período em que é investigado por suposta participação em um esquema de venda de sentenças.
Segundo a investigação, as movimentações financeiras seriam incompatíveis com a renda declarada e estariam relacionadas a possíveis desvios praticados durante o exercício da função pública.
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Quais mensagens foram encontradas pela PF
Durante a perícia no celular do magistrado, a Polícia Federal encontrou conversas que, segundo os investigadores, demonstram o uso frequente de dinheiro vivo para pagamentos pessoais.
Em uma das mensagens, um interlocutor pergunta:
“É dindin em espécie?”
Na sequência, Alexandre Aguiar Bastos responde que o valor estava disponível e detalha a entrega:
“Te dei dois pacotes com 50 notas de 200… portanto, tem R$ 20 mil aí.”
O interlocutor confirma a quantia recebida, e o desembargador comenta:
“Não tô acostumado com essa nota de 200.”
Para a PF, o diálogo reforça a hipótese de utilização de dinheiro em espécie em transações de elevado valor.
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O que diz a defesa do desembargador
Em manifestação apresentada ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a defesa de Alexandre Aguiar Bastos nega irregularidades. Segundo os advogados, os valores utilizados pelo magistrado tinham origem na conta bancária do escritório de advocacia do qual ele fazia parte antes de ingressar na magistratura.
A defesa sustenta que os recursos possuem origem lícita e contesta as conclusões da investigação.
Desde quando o desembargador é investigado
Alexandre Aguiar Bastos é investigado pela Polícia Federal desde 2025 por suspeita de integrar um esquema de venda de decisões judiciais. As investigações buscam esclarecer a origem do patrimônio do magistrado, além de analisar movimentações financeiras, mensagens eletrônicas e possíveis pagamentos relacionados ao suposto esquema.
Até o momento, não há condenação definitiva contra o desembargador, e o caso segue em apuração pelos órgãos competentes.
O que acontece agora
O material reunido pela Polícia Federal integra procedimentos que tramitam sob supervisão das autoridades competentes e também é analisado pelo Conselho Nacional de Justiça. Caso sejam confirmadas irregularidades ao fim do processo, os envolvidos poderão responder nas esferas administrativa, cível e criminal, respeitado o direito ao contraditório e à ampla defesa.
Casos envolvendo suspeitas de venda de sentenças costumam ter grande repercussão por atingirem diretamente a credibilidade do Poder Judiciário. A investigação ainda está em andamento, e tanto a Polícia Federal quanto os órgãos de controle continuam reunindo provas para esclarecer os fatos.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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