Dino autoriza PF a abrir 3ª investigação contra Lulinha por tráfico de influência
Ministro Flávio Dino autorizou a nova investigação, que apura suposto uso da influência do filho do presidente Lula para favorecer empresas parceiras.
- O ministro Flávio Dino autorizou a Polícia Federal a abrir um terceiro inquérito contra Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha) por suspeita de tráfico de influência em contratos ligados ao governo federal.
- A PF investiga se Lulinha usou sua condição de filho do presidente para favorecer empresas parceiras em negociações com órgãos públicos.
- A empresa 3Structure IT aparece como possível beneficiada, com contratos federais que somam R$ 55,7 milhões.
- Além deste caso, Lulinha já é investigado em dois outros inquéritos no STF: um envolvendo cannabis medicinal no Ministério da Saúde e outro relacionado a contratos com a Dataprev.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

Foto: STF
Notícias do Brasil – O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a Polícia Federal (PF) a instaurar o terceiro inquérito contra o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. A nova investigação apura suspeitas de tráfico de influência envolvendo contratos de empresas ligadas ao governo federal.
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Terceira investigação em poucos dias
O novo pedido de investigação foi encaminhado pela Polícia Federal e distribuído por sorteio ao ministro Flávio Dino. Os dois inquéritos anteriores ficaram sob a relatoria do ministro André Mendonça.
Segundo a PF, a apuração busca esclarecer se Lulinha utilizou sua condição de filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para favorecer empresas parceiras em negociações com órgãos públicos.
Suspeita envolve empresa de tecnologia
De acordo com a investigação, a empresa 3Structure IT é apontada como uma das beneficiadas pelo suposto tráfico de influência.
A Polícia Federal apura se houve atuação de Lulinha para facilitar negócios e investimentos envolvendo a empresa, que mantém contratos com o governo federal que, juntos, somam R$ 55,7 milhões.
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Outros inquéritos também investigam tráfico de influência
Além da nova apuração, Lulinha já é investigado em outros dois inquéritos autorizados pelo STF.
Um deles apura suspeitas de tráfico de influência e corrupção em negociações relacionadas à comercialização de cannabis medicinal junto ao Ministério da Saúde. O outro investiga uma suposta atuação para facilitar contratos com a Dataprev, empresa pública responsável pela tecnologia da Previdência Social.
As investigações seguem em andamento e, até o momento, não há condenação contra o empresário. O objetivo dos inquéritos é apurar os fatos e reunir elementos que possam confirmar ou afastar as suspeitas.
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