Eduardo Bolsonaro busca apoio internacional para ampliar sanções contra Moraes
Deputado tenta articular adesão de países europeus e do Mercosul às medidas adotadas contra o ministro do STF.
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Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

(Foto: Divulgação)
Notícias do Brasil – O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) revelou, em entrevista ao portal Metrópoles, que está atuando para convencer países da Europa e do Mercosul a imporem sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A ofensiva internacional ocorre após os Estados Unidos aplicarem, em 30 de julho, a Lei Magnitsky contra Moraes — medida que bloqueia bens e proíbe transações com empresas americanas.
Atualmente nos Estados Unidos, onde está em autoexílio, Eduardo afirmou que pretende levar suas denúncias sobre supostas violações de direitos humanos cometidas pelo ministro a outros países. “Vamos fazer o mesmo movimento: denunciar as violações de direitos humanos do Alexandre de Moraes”, declarou. Segundo ele, uma viagem à Europa está nos planos, desde que verifique se não há restrições legais, como um eventual mandado da Interpol.
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Na entrevista, Eduardo também afirmou que, em sua visão, os EUA deveriam evitar aplicar novas tarifas econômicas contra o Brasil, optando por sanções direcionadas a autoridades específicas, como Moraes.
Sanções dos EUA
A inclusão de Alexandre de Moraes na lista de sanções dos EUA foi feita por meio da Lei Magnitsky, usada por Washington para punir estrangeiros envolvidos em corrupção ou abusos de direitos humanos. A medida foi oficializada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), órgão do Departamento do Tesouro norte-americano.
Na prática, todas as contas bancárias e bens de Moraes nos EUA foram congelados, e empresas ou cidadãos americanos estão proibidos de realizar qualquer transação com ele — incluindo o uso de cartões de crédito de bandeiras norte-americanas.
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A ação dos EUA gerou repercussões políticas intensas no Brasil, especialmente após a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, que, segundo Eduardo, “não foi uma surpresa”.
Esposa de Moraes também é alvo
Segundo Eduardo Bolsonaro, as sanções impostas pelos Estados Unidos não se limitam ao ministro do STF. A esposa de Moraes também estaria sendo alvo, por supostamente atuar como “braço financeiro” do magistrado — informação que, até o momento, não foi confirmada oficialmente por fontes do governo norte-americano.
A ofensiva internacional liderada por Eduardo amplia a polarização política envolvendo o Judiciário brasileiro, especialmente o STF, e setores da direita alinhados ao ex-presidente Bolsonaro. Moraes tem sido figura central em investigações sobre atos antidemocráticos e ataques às instituições, incluindo as eleições de 2022.
A expectativa de aliados do deputado é que a pressão internacional fortaleça a narrativa de perseguição política, enquanto especialistas apontam risco de agravamento nas relações diplomáticas do Brasil com outros países.
A atuação de Eduardo Bolsonaro deve prosseguir nos próximos meses, à medida que o embate entre os Poderes ganha dimensões globais.
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