Eduardo Bolsonaro diz que PCC e CV poderão ser combatidos “como Bin Laden”
Deputado licenciado afirmou que medida dificulta movimentações financeiras das facções.
- Foto: Reprodução
Resumo
O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro comemorou a decisão dos Estados Unidos de classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras. Em vídeo nas redes sociais, ele afirmou que as facções poderão ser combatidas com mecanismos semelhantes aos usados contra grupos terroristas internacionais.
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Notícias do Brasil – O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) repercutiu nas redes sociais, nesta quinta-feira (28), a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras.
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Em vídeo publicado após o anúncio oficial, Eduardo afirmou que a medida deve ampliar o alcance das ações internacionais contra as facções brasileiras e endurecer o combate financeiro e operacional aos grupos criminosos.
Comparação com combate ao terrorismo
Ao comentar a decisão norte-americana, Eduardo Bolsonaro declarou que as facções poderão ser combatidas com instrumentos semelhantes aos utilizados pelos Estados Unidos contra organizações terroristas internacionais.
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“Vai ficar muito mais difícil fazerem movimentações financeiras. Eles poderão ser combatidos igual o Bin Laden era”, afirmou o parlamentar ao citar possíveis operações fora do Brasil envolvendo forças de segurança norte-americanas. Na declaração, Eduardo mencionou países como Paraguai, Bolívia, Colômbia e Peru, apontando que o combate às organizações criminosas poderá ganhar caráter internacional mais intenso após a nova classificação anunciada pelos EUA.
Governo Trump oficializa medida
O Departamento de Estado dos Estados Unidos confirmou que PCC e Comando Vermelho serão incluídos oficialmente na lista de Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs) a partir do próximo dia 5 de junho.
A iniciativa integra a política do governo do presidente Donald Trump de ampliar sanções contra organizações ligadas ao narcotráfico e ao crime organizado transnacional. Segundo as autoridades norte-americanas, as facções brasileiras representam ameaça à segurança regional e possuem atuação além das fronteiras do Brasil.
Agradecimentos a Trump e aliados
Durante a publicação nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro também agradeceu diretamente ao presidente Donald Trump, ao secretário de Estado Marco Rubio e ao vice-presidente J.D. Vance.
O deputado classificou a decisão como “um grande dia para todos aqueles que sofrem nas mãos desses bandidos”. A medida anunciada pelos Estados Unidos repercutiu entre lideranças políticas brasileiras e ampliou o debate sobre segurança pública, narcotráfico internacional e cooperação entre os dois países no combate às facções criminosas.
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