Eduardo Cunha declara apoio a Flávio Bolsonaro para disputa presidencial de 2026
Ex-presidente da Câmara afirmou que não apoiará candidaturas ligadas ao PT e reforçou alinhamento com campo conservador.
- Foto: Divulgação
Resumo
O ex-deputado federal Eduardo Cunha afirmou que apoiará a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República nas eleições de 2026. A declaração foi dada durante entrevista nesta segunda-feira (8), quando o ex-presidente da Câmara também reforçou oposição ao PT e destacou aproximação política com o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
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Notícias do Brasil – O ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha declarou apoio ao senador Flávio Bolsonaro para a disputa presidencial de 2026. A declaração foi feita durante entrevista concedida ao programa “Contexto Metrópoles”, nesta segunda-feira (8). Cunha afirmou que pretende apoiar o nome ligado ao campo conservador caso seu partido não apresente candidatura própria.
“Eu vou apoiar o Flávio Bolsonaro para presidente porque eu não vou apoiar ninguém do PT”, afirmou o ex-deputado durante a entrevista.
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Aproximação política
Na última semana, Eduardo Cunha e Flávio Bolsonaro estiveram juntos em Belo Horizonte, durante passagem do senador por Minas Gerais. O encontro aconteceu em uma emissora de rádio pertencente ao ex-presidente da Câmara, onde Flávio concedeu entrevista. Nas redes sociais, Cunha publicou vídeo ao lado do senador e afirmou que ele assumiu a missão de liderar o campo conservador nas eleições presidenciais de 2026.
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Cunha relembra oposição ao PT
Durante a entrevista, o ex-deputado também reforçou críticas ao Partido dos Trabalhadores e disse que sua posição política permanece alinhada à oposição ao governo federal.
Eduardo Cunha ganhou projeção nacional ao comandar, entre 2015 e 2016, o processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados. Na época, ele presidia a Casa e rompeu politicamente com o governo petista, dando andamento ao processo que culminou no afastamento da ex-presidente.
Histórico político e Lava Jato
Enquanto conduzia o impeachment, Cunha também passou a ser investigado na operação Lava Jato. O ex-parlamentar chegou a ser preso preventivamente e posteriormente cumpriu prisão domiciliar. O mandato dele foi cassado em 2016, decisão que o deixou inelegível por oito anos. Posteriormente, o ex-deputado conseguiu decisão judicial que permitiu sua candidatura nas eleições de 2022.
Apesar disso, Cunha não foi eleito naquele pleito.
Atualmente filiado ao Republicanos, Eduardo Cunha transferiu seu domicílio eleitoral para Minas Gerais e pretende disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. Antes, o ex-parlamentar mantinha atuação política vinculada ao estado do Rio de Janeiro.
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