Eduardo diz que Flávio, se eleito, concederá indulto a ele e a Bolsonaro
Segundo Eduardo, essa seria uma medida necessária diante do que ele classifica como perseguição política promovida pelo STF.
- Foto: Redes Sociais
Resumo
Em entrevista à emissora norte-americana Fox News, Eduardo Bolsonaro afirmou que, caso Flávio Bolsonaro seja eleito presidente, concederá indulto a ele e ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Eduardo diz ser alvo de perseguição do STF e aposta na eleição do irmão para mudar o cenário político e judicial no Brasil.
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Notícias do Brasil – O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro declarou, em entrevista à Fox News, que o senador Flávio Bolsonaro, se eleito presidente da República, concederá indulto a ele e ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
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Segundo Eduardo, essa seria uma medida necessária diante do que ele classifica como perseguição política promovida pelo Supremo Tribunal Federal.
Autoexílio e acusações
Vivendo nos Estados Unidos desde março de 2025, Eduardo afirma que evita retornar ao Brasil por temer responder judicialmente por suposta obstrução de Justiça. Ele também mencionou que foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República após articulações junto a autoridades norte-americanas.
Durante a entrevista, declarou que sua atuação internacional foi interpretada como atentado à soberania nacional, o que ele contesta.
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Críticas à prisão de Jair Bolsonaro
Na conversa com a imprensa americana, Eduardo criticou a prisão do pai e afirmou que a condenação teria motivação política. Ele também fez referência ao ministro Alexandre de Moraes, sugerindo que o cenário jurídico poderia ser alterado com uma eventual vitória de Flávio nas eleições de outubro.
Para Eduardo, a candidatura do irmão representa a continuidade do projeto político da família e uma tentativa de reverter decisões judiciais que atingem o ex-presidente.
Nos últimos meses, Eduardo e Flávio participaram de agendas internacionais em países do Oriente Médio e da Europa. Entre os encontros divulgados estão reuniões com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, além de autoridades do Bahrein e com a política francesa Marion Maréchal.
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