El Niño pode ficar entre os mais fortes da história até o fim do ano
Centro climático dos EUA vê 81% de chance de evento muito intenso entre outubro e dezembro.

FOTO: Chico Batata Fotos/Instagram
Resumo
- Probabilidade: El Niño tem 81% de chance de atingir intensidade “muito forte”.
- Período crítico: Fenômeno deve ganhar força entre outubro e dezembro de 2026.
- Recorde: Projeções indicam possibilidade de ser o maior El Niño registrado desde 1950.
- Duração: Há 97% de chance de o fenômeno persistir até o período entre março e junho de 2027.
Notícias do Brasil – O El Niño ganhou força e tem 81% de probabilidade de atingir a categoria “muito forte” entre outubro e dezembro deste ano.
A estimativa foi divulgada nesta quinta-feira (9) pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), uma das principais referências científicas em monitoramento climático.
Caso as projeções se confirmem, o fenômeno pode se tornar o El Niño mais intenso registrado desde o início das medições, em 1950.
Cientistas já previam uma intensificação ao longo de 2026, mas o novo boletim apontou um potencial de força considerado inédito.
PUBLICIDADE
Até quando o El Niño deve durar?
As projeções indicam que o aquecimento das águas do Oceano Pacífico pode permanecer por um período prolongado.
Segundo o boletim, há 97% de chance de um El Niño muito forte persistir até o período entre março e junho de 2027.
O intervalo corresponde ao outono no Hemisfério Sul e à primavera no Hemisfério Norte.
A duração prolongada do fenômeno aumenta a atenção dos centros de monitoramento climático.
Leia também: Procon-AM investiga alta no preço da gasolina e pede explicações a postos de Manaus
PUBLICIDADE
Por que o El Niño ganhou força em junho?
A intensificação do fenômeno ocorreu durante o mês de junho.
Dados climáticos apontaram uma elevação superior a 1°C na temperatura da superfície das águas das regiões central e leste do Pacífico equatorial.
O aquecimento anormal do oceano é uma das principais características do El Niño.
A mudança interfere nos padrões de vento e no regime de chuvas em diferentes regiões do planeta.
PUBLICIDADE
Quais são os riscos de um El Niño muito forte?
A NOAA pondera que a intensidade do El Niño não significa automaticamente a ocorrência imediata de desastres.
No entanto, um fenômeno muito forte aumenta os riscos de eventos climáticos extremos.
Entre os principais efeitos estão:
- maior probabilidade de tempestades severas;
- risco de secas prolongadas;
- ondas de calor intenso;
- alterações no regime de chuvas;
- temperaturas extremas em diferentes continentes.
Os impactos podem variar conforme a região e a interação com outros sistemas atmosféricos.
O El Niño pode afetar o Amazonas e Manaus?
Para o Amazonas, a intensificação do El Niño exige atenção especial por causa da relação do fenômeno com mudanças no regime de chuvas e períodos de calor intenso na Amazônia.
PUBLICIDADE
Eventos anteriores de El Niño já estiveram associados a cenários de seca e redução das chuvas em partes da região amazônica.
Em Manaus e no interior do estado, alterações prolongadas no volume de chuvas podem afetar o nível dos rios, a navegação, o abastecimento de comunidades e aumentar a preocupação com queimadas durante períodos mais secos.
O impacto específico do atual El Niño dependerá da evolução do fenômeno e das condições atmosféricas na Amazônia nos próximos meses.
Quando o El Niño deve atingir a maior intensidade?
A projeção indica que o período entre outubro e dezembro de 2026 será decisivo para a evolução do fenômeno.
É nesse intervalo que existe 81% de probabilidade de o El Niño atingir a categoria “muito forte”.
O monitoramento continuará sendo atualizado conforme novas medições da temperatura do Oceano Pacífico forem realizadas.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos





