Assista: Viraliza vídeo de professor de cursinho para policiais ensinando a ‘estuprar’ cadáver de mulher
No vídeo, o homem faz comentários explícitos e perturbadores, incentivando a prática criminosa.

Foto: Reprodução
Viralizou recentemente nas redes sociais um vídeo gravado no ano de 2019, do ex-policial militar, Evandro Guedes, que é fundador do AlfaCon Concursos, uma empresa voltada para concurseiros que aspiram carreiras policiais, ensinando seus alunos a a “estuprar” cadáveres de mulheres.
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No vídeo, Guedes ministra “aula de necrofilia”, faz comentários explícitos e perturbadores, incentivando a prática criminosa ao imaginar situações grotescas envolvendo corpos de mulheres. Ele chega a detalhar o ato, descrevendo a vítima de maneira desrespeitosa e promovendo uma atitude desumana.
“Imagina, filho, você que é virgem. Ai você passa num concurso de técnico de necropsia de nível médio. Aí você tá lá e vem uma menina do ‘Pânico na TV’ morta. Meu irmão, com aquele rabão e ela enfartou de tanto tomar bomba, enfartou na porta do necrotério. Duas horas da manhã, não tem ninguém. Você bota a mão: ‘uhmmm, quentinha ainda’. O que você vai fazer? Vai deixar esfriar? Meu irmão, eu assumo o fumo de responder pelo crime. Meu irmão, o difícil vai ser você arrumar uns travesseiros porque comer ela de bruços não dá. Tem que botar de quatro. Então, você bota um monte de travesseiros. Bota ela toda torta lá, irmão. Daquele jeito, ela fica meio durinha. Vai assim, e só por Deus, cara. Como vai endurecendo tudo, deve ficar bom demais. E come até a parte da manhã”, dispara Guedes.
Em uma cena revoltante, o ex-pm Evandro Guedes, explica aos seus alunos como agredir os corpos de mulheres mortas. pic.twitter.com/kkS7OYekEY
— AM POST (@portalampost) December 5, 2023
O conteúdo chocante não apenas incentiva uma conduta criminosa, mas também revela um desrespeito profundo pelos princípios éticos e morais. Evandro Guedes debocha das consequências legais, minimizando a gravidade do crime ao longo do vídeo.
O AlfaCon Concursos ainda não se manifestou publicamente sobre o caso. A divulgação do vídeo gerou indignação nas redes sociais, com muitos exigindo uma resposta da empresa e repudiando as atitudes do fundador.
Redação AM POST
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