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Empresa dos irmãos Batista recebe autorização do MEC para criar faculdade EAD

Credenciamento foi publicado no Diário Oficial da União.

  • Por AM POST

  • 16/04/2024 às 09:52

  • Leitura em dois minutos

Foto: Reprodução

O Ministério da Educação (MEC) concedeu autorização ao Instituto J&F, presidido por Joesley Batista, para inaugurar uma faculdade visando oferecer cursos superiores na modalidade a distância. A notícia foi oficializada por meio de uma portaria assinada pelo ministro Camilo Santana e publicada no Jornal Oficial da União em 11 de abril.

A Faculdade Germinare, mantida pelo Instituto J&F, será sediada no Parque Anhanguera, em São Paulo, no mesmo local onde o instituto está estabelecido. A autorização é válida por quatro anos e permite que a instituição ofereça cursos superiores a distância. Anteriormente, o instituto concentrava suas atividades no ensino básico e médio, contando com cerca de mil alunos.

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O pedido de credenciamento para a criação da faculdade foi submetido ao MEC em outubro de 2021, durante o governo anterior, mas foi somente agora, sob a gestão atual, que a instituição de ensino superior foi oficialmente credenciada.

Segundo informações da Folha de S.Paulo, o primeiro curso a ser oferecido pela Faculdade Germinare será de gestão comercial, com 150 vagas e duração de dois anos. As aulas serão ministradas a distância. Além disso, há planos de abrir outros oito cursos abrangendo áreas como produção industrial, varejo, finanças, processos gerenciais, tecnologia da informação, análise e desenvolvimento de sistemas, marketing e educação corporativa.

A J&F, empresa dos irmãos Batista, tem sido frequentemente mencionada na imprensa devido aos esforços para reduzir multas e sanções impostas em 2017 por casos de corrupção. Uma das multas, no valor de R$ 10,3 bilhões, está atualmente suspensa por decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF).

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A empresa argumenta que foi coagida a assinar o acordo de leniência com o Ministério Público Federal (MPF) e busca anular as multas resultantes desses acordos. O MPF, por sua vez, nega as acusações e sustenta que a empresa contava com amplo suporte jurídico durante as negociações.

Redação AM POST

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