Empresário apontado como operador de esquema bilionário do PCC é considerado foragido pela PF
Investigado na Operação Exchange, suspeito é acusado de lavar mais de R$ 10 bilhões do tráfico internacional de drogas por meio de empresas e criptomoedas.

(Foto: Divulgação)
Resumo
- O que aconteceu: A Polícia Federal considera foragido um empresário apontado como um dos principais alvos da Operação Exchange.
- O que é investigado: Ele é suspeito de comandar um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao tráfico internacional de drogas.
- Valores movimentados: Segundo a PF, o grupo teria movimentado mais de R$ 10 bilhões.
- Defesa: Os advogados do empresário negam qualquer ligação com organizações criminosas e afirmam que irão contestar as acusações na Justiça.
Notícias do Brasil – A Polícia Federal procura o empresário, considerado um dos principais alvos da Operação Exchange, deflagrada nesta sexta-feira (3).
Segundo as investigações, ele seria responsável por operar um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro utilizado para ocultar recursos provenientes do tráfico internacional de drogas.
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Até o momento, o investigado não foi localizado e é considerado foragido.
Como funcionava o suposto esquema?
De acordo com a Polícia Federal, o empresário utilizava uma estrutura formada por mais de 70 empresas para disfarçar a origem do dinheiro ilícito.
As investigações apontam que os recursos eram movimentados por meio de:
- Empresas de fachada;
- Contas bancárias;
- Operações financeiras;
- Transações com criptomoedas.
Por causa da estrutura utilizada, os investigadores classificam o suspeito como um “doleiro moderno”, por empregar mecanismos financeiros sofisticados para ocultar as movimentações.
Quanto dinheiro teria sido movimentado?
A Polícia Federal estima que a organização criminosa movimentou mais de R$ 10 bilhões provenientes do tráfico internacional de drogas.
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Segundo os investigadores, o empresário exercia um papel estratégico ao conectar operadores financeiros da organização criminosa no Brasil e no exterior.
O empresário também é investigado por outros órgãos?
Sim. Além de ser alvo da Operação Exchange, o empresário também foi sancionado pelo governo dos Estados Unidos, que o acusa de integrar a estrutura financeira ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
As medidas fazem parte de ações internacionais voltadas ao combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento de organizações criminosas.
O que diz a defesa?
A defesa do empresário nega qualquer envolvimento com organizações criminosas.
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Em nota, os advogados afirmaram que as acusações serão contestadas na Justiça e sustentam que o investigado não praticou os crimes atribuídos pela Polícia Federal.
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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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