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Empresário morre após saltar de paraquedas

A Confederação Brasileira de Paraquedismo prestou homenagens a Nogueira nas redes sociais.

13/10/2023 às 07:38 - Atualizado em 13/10/2023 às 10:02

Um triste acidente abalou a comunidade do paraquedismo nesta quinta-feira, 12 de outubro, quando um homem de 49 anos faleceu após realizar um salto de paraquedas e chocar-se contra o solo durante o pouso, na cidade de Boituva, interior de São Paulo.

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De acordo com informações da Polícia Militar, o acidente ocorreu na Avenida Mario Pedro Vercellino, no final da tarde de quarta-feira, dia 11. A vítima, identificada como Humberto Siqueira Nogueira, foi socorrida e encaminhada a um hospital local, mas, infelizmente, não resistiu aos ferimentos.

O acidente ocorreu em um centro de paraquedismo em Boituva, que tem uma longa tradição no esporte, abrigando o Centro Nacional de Paraquedismo (CNP).

A Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) informou que a Polícia Civil de Boituva abriu um inquérito policial para investigar a morte de Humberto Nogueira, com a perícia sendo enviada ao local do acidente. A SSP-SP declarou em nota que “diligências estão em curso para esclarecimento dos fatos”.

Humberto Nogueira, que era natural de Goiânia, era empresário da construção civil e um entusiasta de esportes radicais. Suas redes sociais mostravam seu envolvimento em atividades como paraquedismo, alpinismo, snowboard, kitesurfe e outras modalidades.

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A Confederação Brasileira de Paraquedismo prestou homenagens a Nogueira nas redes sociais, declarando: “Fly free (voe livre), Humberto Nogueira. Força à família e à nação paraquedista.”

O trágico acidente de Humberto Nogueira traz à tona a discussão sobre a segurança dos esportes radicais e o histórico de acidentes na cidade de Boituva. Em julho do ano passado, um aluno de paraquedismo faleceu na cidade após cair sobre o telhado de uma casa, sendo a quarta vítima relacionada ao paraquedismo em quatro meses. Isso levou à suspensão temporária do Centro Nacional de Paraquedismo pela Justiça, devido a preocupações com a segurança da população.

Em um desdobramento subsequente, o Centro Nacional de Paraquedismo foi reaberto no mês seguinte por meio de uma liminar emitida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.

Estadão Conteúdo

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