Enteado é preso após confessar que matou padrasto com três tiros na cabeça
Suspeito afirmou à Polícia Civil que matou a vítima por acreditar que ela abusou sexualmente de sua irmã quando era adolescente.
- (Foto: Divulgação)
Resumo
- Quem foi preso: Alexandre Muniz dos Santos Noronha.
- Onde ocorreu o crime: Bairro de Cosmos, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
- Motivação apontada: Suspeita de que o padrasto teria estuprado a enteada anos atrás; a denúncia ainda é investigada.
- Prisão: O suspeito se apresentou em Ubatuba (SP) e foi levado de volta ao Rio de Janeiro.
Notícias do Brasil- Alexandre Muniz dos Santos Noronha foi preso nesta terça (7) investigado por matar o padrasto, André Manoel Fraga, com três tiros na nuca dentro da residência da vítima, no bairro de Cosmos, na Zona Oeste da capital do Rio de Janeiro.
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Segundo a investigação da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), o crime ocorreu na segunda-feira (6).
Qual teria sido a motivação do homicídio?
Durante o depoimento à Polícia Civil, o suspeito afirmou que matou o padrasto por acreditar que ele teria estuprado sua irmã, que também era enteada da vítima, quando ela ainda era adolescente.
De acordo com a polícia, essa alegação é a principal linha investigativa para a motivação do crime. No entanto, a suposta violência sexual continua sendo apurada e ainda não teve confirmação oficial pelas autoridades.
Como o suspeito foi localizado?
Após o homicídio, Alexandre deixou o estado do Rio de Janeiro e seguiu para Ubatuba, no litoral norte de São Paulo.
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Com o avanço das investigações e a atuação conjunta das polícias civis dos dois estados, o suspeito decidiu se apresentar espontaneamente em uma delegacia da cidade paulista, onde confessou o crime.
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O que acontece com o investigado agora?
Após a apresentação, Alexandre foi conduzido ao Rio de Janeiro, onde teve cumprido um mandado de prisão temporária expedido pela 3ª Vara Criminal da Capital.
A Justiça decretou a prisão pelo prazo de 30 dias, com parecer favorável do Ministério Público. Segundo a Polícia Civil, a captura foi concluída menos de 24 horas após o homicídio.
O investigado permanecerá preso à disposição da Justiça e deverá ser encaminhado ao sistema prisional.
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