Enterro de tio de Suzane von Richthofen tem silêncio, tensão e apenas uma pessoa
Sem testamento, patrimônio estimado em R$ 5 milhões coloca Silvia Magnani e Suzane no centro da disputa.

Foto: Reprodução
Resumo
O texto relata que o enterro do médico Miguel Abdala Netto, tio de Suzane von Richthofen, ocorreu de forma discreta e com apenas uma pessoa presente, em Pirassununga (SP). A matéria também descreve as circunstâncias da morte — tratada como suspeita pela Polícia Civil — e a disputa judicial pela herança estimada em R$ 5 milhões, envolvendo Silvia Magnani e Suzane, já que o médico não deixou testamento.
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Notícias do Brasil – O enterro do médico Miguel Abdala Netto, tio de Suzane von Richthofen, foi marcado pelo silêncio, pela ausência de familiares e por um clima de tensão associado à disputa judicial em torno de sua herança. A cerimônia ocorreu na terça-feira (13), em Pirassununga, no interior de São Paulo, cidade de origem da família, e contou com a presença de apenas uma pessoa.
Prima ficou responsável por liberar o corpo e organizar o funeral
Quem acompanhou o sepultamento foi Silvia Magnani, prima de primeiro grau de Miguel, com quem ele manteve um relacionamento por cerca de 14 anos. Ela afirmou que assumiu os trâmites para liberar o corpo no Instituto Médico Legal (IML) e organizar o funeral. Em relato ao jornalista Ullisses Campbell, biógrafo de Suzane von Richthofen, Silvia resumiu o cenário: “Só estava eu no cemitério”.
Desejo do médico não foi atendido
O enterro foi simples e não seguiu o desejo que, segundo a matéria, Miguel havia manifestado em vida: ser sepultado ao lado da mãe e dos avós. O tom discreto da cerimônia também evidenciou o isolamento em que ele vivia nos últimos anos.
Morte em São Paulo e investigação
Miguel Abdala Netto foi encontrado morto dentro de casa, no bairro Campo Belo, zona sul de São Paulo, na madrugada de sábado (10). Ele estava sentado em uma poltrona no quarto, e o corpo já estava em avançado estado de decomposição. A Polícia Civil trata o caso como morte suspeita e aguarda laudos periciais, embora a principal hipótese seja a de ataque cardíaco fulminante.
Herança estimada em R$ 5 milhões e disputa judicial
A morte deu início a uma disputa judicial milionária. O patrimônio deixado pelo médico é estimado em R$ 5 milhões e envolve Silvia Magnani e Suzane von Richthofen, condenada a 39 anos de prisão pelo assassinato dos pais, em 2002. A briga começou antes do sepultamento, quando ambas tentaram liberar o corpo na delegacia e no IML — Silvia conseguiu a autorização primeiro. Sem testamento, a legislação prevê que os bens fiquem com os sobrinhos, o que incluiria Suzane e Andreas von Richthofen. Silvia afirmou que tentou localizar Andreas, mas não obteve sucesso.
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