Estudante de medicina investigada pelos atos de 8 de janeiro está foragida após romper tornozeleira
Roberta, natural de Fortaleza, tem 37 anos e cursava sua segunda graduação.
- Foto: Reprodução
Notícias do Brasil – A estudante de medicina da Universidade de São Paulo (USP), Roberta Jersyka Oliveira Brasil Soares, está sendo considerada foragida após violar medidas cautelares impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a Vara de Execução de Penas e Medidas Alternativas de Fortaleza (CE), Roberta rompeu a tornozeleira eletrônica em maio de 2024 e não é localizada desde então.
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O caso foi comunicado recentemente ao ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito no STF. Além da violação do equipamento de monitoramento, a estudante também deixou de comparecer semanalmente à Justiça, como determinado pela decisão judicial. O descumprimento das medidas vem sendo registrado desde o ano passado.
Conforme o ofício enviado ao STF, a Coordenadoria de Monitoração Eletrônica de Pessoas (COMEP) registrou o rompimento do dispositivo em 25 de maio de 2024, às 8h04, e desde então a estudante permanece fora do alcance das autoridades.
Roberta, natural de Fortaleza, tem 37 anos e cursava sua segunda graduação em medicina. Em janeiro de 2023, ela viajou a Brasília para participar dos atos contrários à eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Foi presa em flagrante dentro do Congresso Nacional, enquanto rezava ajoelhada no plenário da Câmara. As imagens da prisão foram registradas por câmeras de segurança e integraram o inquérito.
Liberada em agosto de 2023 por decisão do STF, Roberta retornou ao Ceará sob medidas restritivas, incluindo uso de tornozeleira, proibição de uso de redes sociais e limitações de deslocamento. Agora, sua situação se agrava com o descumprimento das condições impostas pela Justiça.
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