‘Eu sou o chefe’, diz Trump a líderes na cúpula do G7
Declaração em tom de humor arrancou risadas de autoridades durante reunião da cúpula realizada na França.
- Foto: reprodução
Resumo
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chamou atenção ao chegar à reunião do G7 nesta quarta-feira (17) ao afirmar, em tom de brincadeira, que era “o chefe”. A declaração provocou risadas entre líderes mundiais presentes na cúpula, que debateu temas como a guerra entre Rússia e Ucrânia e novas sanções contra Moscou.
Notícias do Mundo – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, protagonizou um momento descontraído durante a reunião de líderes da cúpula do G7, realizada nesta quarta-feira (17), ao afirmar, em tom de brincadeira, que era “o chefe” ao entrar no encontro que reúne algumas das principais potências econômicas do mundo.
A declaração foi feita quando todos os chefes de Estado já estavam acomodados na sala da reunião. Ao ser conduzido até o seu lugar, Trump interrompeu o trajeto, posicionou-se diante da imprensa e disse, de forma irônica: “Eu sou o chefe”. A frase provocou risadas entre os presentes e rapidamente se tornou um dos momentos mais comentados do encontro.
PUBLICIDADE
Trump chegando para a reunião do G7 na França. Logo à entrada, anunciou: “I’m the boss”
pic.twitter.com/b7Vd9rKf55— Hoje no Mundo Militar (@hoje_no) June 17, 2026
Momento descontraído entre os líderes
A reação dos participantes foi imediata. Diversos líderes sorriram diante da brincadeira do presidente norte-americano. Entre eles estava o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, que apareceu rindo após a declaração.
Já o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, manteve uma expressão mais séria inicialmente. Pouco depois, no entanto, foi cumprimentado por Trump, que ocupava um assento ao seu lado durante a reunião.
O encontro ocorre em Évian, no leste da França, e reúne representantes das maiores economias democráticas do planeta para discutir temas de relevância global, incluindo segurança internacional, economia e conflitos geopolíticos.
Macron perde protagonismo em momento inusitado
O presidente da França, Emmanuel Macron, anfitrião da cúpula, também participou da cena. Posicionado ao lado de Trump, ele sinalizou para que os profissionais de imprensa deixassem o recinto antes do início das discussões reservadas.
Leia mais: Acidente entre micro-ônibus e dois carros deixa feridos na Avenida Laguna, em Manaus
PUBLICIDADE
No entanto, o protagonismo do momento acabou sendo assumido pelo presidente dos Estados Unidos. Ao perceber a movimentação para retirada dos jornalistas, Trump comentou que os profissionais poderiam permanecer no local, afirmando que, por ele, não haveria problema.
A observação gerou mais descontração entre os participantes e reforçou o tom informal registrado nos primeiros minutos da reunião.
Lula acompanha reunião sem interação com Trump
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, também esteve presente no encontro. Durante a entrada de Trump, imagens mostraram Lula concentrado em anotações, sem demonstrar reação à brincadeira feita pelo líder norte-americano.
A distância protocolar entre os dois presidentes também foi observada no dia anterior. Durante os compromissos oficiais da cúpula, Lula e Trump participaram de fotografias coletivas ao lado dos demais líderes, mas não foram registradas conversas ou interações diretas entre eles.
Guerra na Ucrânia domina debates
Apesar do episódio descontraído, os principais temas da reunião estiveram ligados à segurança internacional. A guerra entre Rússia e Ucrânia continuou ocupando espaço central nas discussões dos líderes do G7.
Após participar de encontros com representantes das nações presentes, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, informou que foram debatidas novas medidas de pressão econômica contra Moscou.
Segundo Zelensky, os líderes demonstraram apoio à continuidade das sanções contra a Rússia e também discutiram avanços relacionados à candidatura da Ucrânia para integrar a União Europeia.
A expectativa é que as decisões debatidas durante a cúpula contribuam para definir os próximos passos das potências ocidentais em relação ao conflito, que segue impactando a economia e a segurança global.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






