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EUA investigam Brasil e mais 60 países por suspeita de trabalho escravo

Análise conduzida pelo governo americano pode resultar em tarifas e restrições comerciais caso sejam identificadas falhas nas políticas de combate ao trabalho forçado.

Por Beatriz Silveira

15/03/2026 às 12:42 - Atualizado em 16/03/2026 às 10:37

Bandeiras do Brasil e dos Estados Unidos simbolizando a investigação sobre trabalho escravo e comércio internacional.

Foto Michel Filho/Agência O Globo

Resumo

Os Estados Unidos abriram uma investigação comercial para avaliar se mais de 60 países, incluindo o Brasil, possuem medidas suficientes para impedir a exportação de produtos ligados ao trabalho forçado. A análise será conduzida com base na legislação comercial americana e pode resultar em tarifas adicionais ou restrições comerciais. O objetivo é verificar se a falta de ações rigorosas em alguns países gera concorrência desleal no comércio internacional.

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Notícias do Brasil – Os Estados Unidos iniciaram uma investigação comercial para avaliar se mais de 60 países, entre eles o Brasil, possuem políticas eficazes para impedir a exportação de produtos associados ao trabalho forçado.

A análise está sendo conduzida pelo United States Trade Representative (USTR), órgão responsável pela política comercial americana. O objetivo da investigação é verificar se a ausência de medidas mais rigorosas em alguns países pode gerar concorrência desleal e prejudicar trabalhadores e empresas americanas.

Investigação envolve parceiros comerciais importantes

Entre os países incluídos na investigação estão alguns dos principais parceiros comerciais dos Estados Unidos, como China, União Europeia, México, Canadá, Reino Unido e Israel.

Além dessas nações, o levantamento também abrange diversos países da América Latina, ampliando o alcance da investigação sobre práticas comerciais relacionadas ao trabalho forçado.

Avaliação será feita com base em lei comercial americana

De acordo com o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, o objetivo é entender se governos estrangeiros estão adotando medidas suficientes para impedir a circulação de mercadorias produzidas nessas condições.

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A investigação será conduzida com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos de 1974, legislação que permite ao governo americano investigar práticas consideradas desleais no comércio internacional.

Leia também: Operação Tamoiotatá 6 reforça combate ao desmatamento no Amazonas até 2026

Caso sejam identificadas falhas nas políticas de controle desses países, o governo americano poderá aplicar tarifas adicionais ou outras restrições comerciais.

Países foram notificados e audiências estão previstas

O USTR informou que os governos citados já foram oficialmente notificados sobre a abertura da investigação.

Também estão previstas audiências públicas no dia 28 de abril, nas quais autoridades e representantes interessados poderão apresentar argumentos, informações e posicionamentos sobre o tema.

Relatórios podem influenciar relações comerciais

Relatórios desse tipo fazem parte do sistema de monitoramento dos Estados Unidos sobre práticas comerciais internacionais.

As conclusões dessas análises podem impactar decisões futuras de política econômica e também influenciar as relações comerciais entre os países envolvidos, especialmente em casos onde sejam identificadas práticas consideradas prejudiciais ao mercado americano.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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