Ex-ginasta tetraplégica Laís Souza alerta para golpes envolvendo polilaminina e reforça que substância não está à venda
Ex-ginasta afirma que tratamento experimental para lesão medular só pode ser solicitado por canais oficiais e com indicação médica.
- Foto: Instagram/Reprodução
Resumo
Laís Souza alerta para golpes envolvendo a polilaminina, tratamento experimental para lesão medular. Substância não está à venda e aplicação segue critérios médicos rigorosos.
Notícias do Brasil – A ex-ginasta Laís Souza usou as redes sociais para denunciar tentativas de golpe envolvendo a polilaminina, substância experimental estudada para tratamento de lesões medulares graves. Segundo ela, pessoas estariam se aproveitando da repercussão dos resultados iniciais para enganar pacientes e familiares.
“Atenção, muitas pessoas estão se aproveitando para aplicar golpes. A polilaminina não está sendo comercializada”, escreveu.
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O aviso ocorre em meio ao aumento da procura por informações sobre a terapia, após relatos de pacientes que apresentaram melhora funcional com a aplicação da substância.
O alerta foi feito em post sobre encontro com a professora Tatiana Coelho de Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), responsável pela proteína.
“Tatiana me levou para conhecer o laboratório que estuda a polilaminina há mais de 25 anos. Eu ainda estou dentro desse dia, processando cada detalhe da nossa conversa. Temos muitas Tatianas pelo Brasil. Cuidem bem dos nossos diamantes”, escreveu a ex-ginasta.
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Tratamento não está disponível para venda
De acordo com Laís, a polilaminina não pode ser comprada, vendida ou negociada. O tratamento ainda está em fase experimental e segue protocolos científicos e regulatórios específicos.
Ela orientou que qualquer informação deve ser buscada exclusivamente nos canais oficiais, como o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) do laboratório Cristália e a equipe médica responsável pela pesquisa.
A recomendação é que pacientes e familiares desconsiderem ofertas feitas por terceiros, especialmente em redes sociais ou aplicativos de mensagens.
Critérios para receber a substância
Laís também detalhou os critérios atuais para elegibilidade ao tratamento. Segundo ela, apenas pacientes com lesão medular completa podem ser considerados para a aplicação da polilaminina.
Outro ponto destacado é o tempo desde o trauma. O ideal é que a aplicação ocorra o mais rápido possível, preferencialmente dentro das primeiras 72 horas após a lesão.
No entanto, há autorização para uso compassivo em casos com até 90 dias de lesão medular, desde que cumpridos os requisitos médicos.
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Exigência de prescrição médica
A solicitação do tratamento deve obrigatoriamente ser acompanhada de prescrição e relatório emitidos pelo médico assistente do paciente. O procedimento não pode ser iniciado sem avaliação clínica formal.
O alerta busca evitar que famílias em situação de vulnerabilidade sejam vítimas de fraudes, especialmente diante da esperança gerada por resultados preliminares da pesquisa.
Até o momento, a polilaminina segue em estudo clínico, com aplicações realizadas dentro de critérios definidos por protocolos científicos e autorização dos órgãos reguladores.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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