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Ex-professora é presa pela 4ª vez por furtar cartões de crédito em academias

Na residência da investigada, policiais da 33ª Delegacia de Polícia (Santa Maria) encontraram cartões em nome de outras pessoas.

Por Jonas Souza

05/09/2025 às 14:44 - Atualizado em 05/09/2025 às 15:31

Notícias do Brasil  – Thallyta Silva Almeida, 29 anos, ex-professora temporária da Secretaria de Educação do Distrito Federal, foi presa pela quarta vez nesta sexta-feira (5/9). Conhecida por furtar cartões de crédito em academias e utilizá-los em compras, ela foi alvo de mandados de prisão e de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Civil do DF.

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Na residência da investigada, policiais da 33ª Delegacia de Polícia (Santa Maria) encontraram cartões em nome de outras pessoas. Imagens de câmeras de segurança também a flagraram dentro de academias vasculhando armários enquanto frequentadores treinavam.F

Furtos

A prisão mais recente ocorreu pouco mais de um mês após outro flagrante. Em 30 de julho, Thallyta foi detida no estacionamento de um shopping pelo 26º Batalhão da Polícia Militar (PMDF). No carro dela, policiais localizaram cartões furtados e notas fiscais de compras, incluindo R$ 200 em bijuterias. Uma das vítimas teve prejuízo de R$ 2 mil.

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Na ocasião, investigações apontaram que a ex-professora também havia furtado cartões em academias da rede Smart Fit, na Asa Sul, e na unidade da Evolve, em Santa Maria.

O histórico criminal de Thallyta inclui ainda:

  • 26 de junho de 2025: presa por fotografar cartões de colegas em uma escola do DF e usá-los para compras online.

  • 2024: detida em Ceilândia por tentativa de estelionato. No celular dela, a polícia encontrou imagens de cartões de crédito de vítimas.

Em todas as ocorrências, policiais recuperaram roupas, acessórios e maquiagens adquiridos de forma ilícita.

Nas redes sociais, Thallyta se apresentava como historiadora e pedagoga da Universidade de Brasília (UnB), ostentando viagens internacionais e roupas de grife. De acordo com testemunhas, ela chegou a pagar mensalidades de academias com cartões furtados.

A polícia a classifica como uma “dublê de rica”, expressão usada para descrever quem tenta aparentar um padrão de vida mais alto por meio de fraudes e ostentação.

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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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