Facção criminosa arranca mulher de casa para execução e ela implora para não morrer: “Por favor, tenho filho”
Vítima foi arrancada de casa diante dos filhos, de 3 e 5 anos.
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Notícias do Brasil – A guerra de facções voltou a expor a face mais cruel da violência na Baixada Fluminense. Na comunidade do Dique, em Duque de Caxias, Sumara Oliveira de Araújo, 28 anos, foi executada por integrantes do Terceiro Comando Puro (TCP). Os criminosos não apenas dispararam contra a vítima, como também registraram a ação e divulgaram o vídeo nas redes sociais, em demonstração de poder e brutalidade.
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Segundo a Polícia Civil, o crime ocorreu após integrantes do TCP, vindos do Barro Vermelho, invadirem um território controlado pelo Comando Vermelho (CV), facção rival. No contexto dessa ofensiva, Sumara foi retirada à força de casa, mesmo estando acompanhada dos dois filhos pequenos, de 3 e 5 anos. Levada a um ponto isolado da comunidade, a jovem teve seus últimos momentos gravados pelos responsáveis.
Nas imagens, ela aparece caída no chão, chorando e implorando pela própria vida — “Tenho filho, por favor”, diz — segundos antes de ser atingida por disparos de fuzil à queima-roupa. O registro circulou nas plataformas digitais e ampliou a comoção local.
A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) abriu investigação para identificar os executores e apurar as circunstâncias do assassinato. O caso evidencia a escalada de violência na região e o uso de execuções filmadas como instrumento de intimidação e domínio territorial por parte das facções.
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