Família optou em doar órgãos de repórter morta após grave acidente de trânsito
Jornalista morreu após grave acidente em Minas Gerais; gesto da família pode salvar várias vidas.

Foto: Reprodução
Resumo
Repórter da Band Minas tem morte encefálica confirmada após acidente e família autoriza doação de órgãos.
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Notícias do Brasil – A repórter Alice Ribeiro, de 35 anos, teve morte encefálica confirmada após um grave acidente de carro na BR-381, em Belo Horizonte. A jornalista estava internada no Hospital João XXIII, onde recebeu atendimento após a colisão.
Mesmo diante da dor da perda, a família tomou a decisão de autorizar a doação de órgãos, um gesto que pode beneficiar diversos pacientes que aguardam na fila de transplantes.
Doação pode salvar várias vidas
De acordo com informações médicas, foi possível viabilizar a doação de rins, fígado, pâncreas e córneas. O coração, no entanto, não pôde ser aproveitado por questões clínicas.
O acidente também vitimou o cinegrafista Rodrigo Lapa, colega de equipe da jornalista, que morreu ainda no local da colisão.
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Legado de empatia em meio à dor
A decisão da família de Alice reforça a importância da doação de órgãos no Brasil, um ato que pode transformar a dor em esperança para outras pessoas. Mesmo quando há manifestação prévia do desejo de doar, a autorização familiar ainda é essencial para que o procedimento seja realizado.
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Reconhecida pelo profissionalismo e dedicação ao jornalismo, Alice Ribeiro deixa uma marca importante na comunicação mineira. Sua história, agora, também passa a simbolizar solidariedade e empatia em um momento de profunda perda.
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