Flávio Bolsonaro recusa segurança da Polícia Federal para campanha eleitoral
Apesar de dispensar a proteção da Polícia Federal, Flávio Bolsonaro informou que continuará sendo acompanhado pela equipe de segurança.
- O senador Flávio Bolsonaro anunciou que recusará a equipe de segurança oferecida pela Polícia Federal na campanha eleitoral de 2026, preferindo que os agentes atuem em investigações sobre fraude no INSS.
- Ele afirmou não confiar na direção atual da Polícia Federal e disse temer a presença de “infiltrados”, mas seguirá com segurança da Polícia Legislativa do Senado e seguranças particulares.
- A Polícia Federal iniciará em 20 de julho uma operação nacional de proteção a candidatos à Presidência, com até 458 servidores, veículos blindados e equipamentos antidrone, com orçamento estimado em R$ 95 milhões.
- A proteção efetiva depende da homologação das candidaturas nas convenções (20 de julho a 5 de agosto) e do registro na Justiça Eleitoral (até 15 de agosto).
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: Reprodução
Notícias do Brasil – O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) anunciou que recusará a equipe de segurança oferecida pela Polícia Federal durante a campanha eleitoral de 2026. Em publicação nas redes sociais, o parlamentar afirmou que prefere que os policiais federais que seriam destacados para sua proteção sejam direcionados às investigações sobre a fraude que atingiu aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
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Além disso, Flávio declarou que não confia na atual direção da Polícia Federal e disse temer a presença de “infiltrados” durante sua campanha.
Leia mais: Justiça Eleitoral afasta servidores com parentes candidatos durante as eleições de 2026
Quem fará a segurança de Flávio Bolsonaro
Apesar de dispensar a proteção da Polícia Federal, Flávio Bolsonaro informou que continuará sendo acompanhado pela equipe de segurança da Polícia Legislativa do Senado, à qual tem direito em razão do mandato parlamentar. Nos últimos compromissos públicos, o senador também apareceu acompanhado de seguranças particulares e afirmou ter utilizado colete à prova de balas.
Como funcionará a operação da Polícia Federal nas eleições de 2026
A Polícia Federal inicia nesta segunda-feira (20) uma operação nacional voltada à proteção dos candidatos à Presidência da República durante o período eleitoral.
Segundo as informações divulgadas, a estrutura contará com:
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- Até 458 servidores mobilizados;
- Veículos blindados;
- Equipamentos antidrone;
- Kits de vistoria antibomba;
- Orçamento estimado em R$ 95 milhões.
A proteção será disponibilizada aos candidatos presidenciais após a confirmação oficial das candidaturas.
Quando a segurança dos candidatos poderá começar
Embora a operação tenha início nesta segunda-feira, a proteção efetiva dependerá da homologação dos candidatos nas convenções partidárias.
O calendário eleitoral prevê:
- 20 de julho a 5 de agosto: realização das convenções partidárias;
- Até 15 de agosto: prazo para registro das candidaturas na Justiça Eleitoral;
- Após essa etapa, a Polícia Federal poderá iniciar oficialmente o esquema de segurança para os candidatos à Presidência.
O que acontece após as convenções partidárias
As convenções são responsáveis por oficializar os candidatos que disputarão as eleições de 2026.
Depois da homologação, os partidos registram as candidaturas junto à Justiça Eleitoral, que verifica o cumprimento dos requisitos previstos na legislação antes de autorizar a participação dos candidatos na disputa.
Contexto para o eleitor
A proteção oferecida pela Polícia Federal integra o planejamento de segurança para as eleições presidenciais e busca preservar a integridade física dos candidatos durante a campanha. A adesão ao esquema, no entanto, pode ser aceita ou recusada pelos beneficiários, enquanto parlamentares federais, como senadores, também podem contar com estruturas próprias de segurança vinculadas às respectivas Casas Legislativas.
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