Fraude no INSS: mensagens mostram plano de compra de jatinho entre investigados
Conversas obtidas pela PF indicam intenção de usar recursos desviados em bens de alto valor.
- Foto: Breno Easki / Metrópoles
Resumo
Uma investigação da Polícia Federal revelou que suspeitos de fraudes no INSS discutiam a compra de um jatinho com dinheiro obtido ilegalmente. O esquema, que pode ter movimentado bilhões, também envolvia lavagem de dinheiro e descontos indevidos em benefícios de aposentados.
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Notícias do Brasil – A Polícia Federal do Brasil identificou indícios de que investigados por fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social planejavam utilizar recursos ilícitos para aquisição de bens de luxo, incluindo um jatinho. As informações surgiram a partir de mensagens analisadas no âmbito da Operação Sem Desconto.
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As conversas mostram que os suspeitos cogitavam investir o dinheiro obtido com o esquema em itens de alto valor, evidenciando possível prática de ostentação com recursos desviados. Entre os nomes citados nas investigações está o empresário Natjo de Lima Pinheiro, apontado como um dos principais operadores financeiros do grupo.
Operadores financeiros
Segundo a investigação, ele atuava diretamente na gestão de associações e na movimentação de valores oriundos de descontos indevidos aplicados em benefícios de aposentados e pensionistas. Já a empresária e advogada Cecília Rodrigues Mota, também presa na operação, seria integrante do núcleo operacional, auxiliando na estrutura e execução das transações.
A ação policial também teve como alvo a deputada federal Maria Gorete Pereira, que nega qualquer envolvimento em irregularidades. Em nota, a parlamentar afirmou que sua trajetória pública sempre foi pautada pela legalidade e que sua defesa está analisando o caso.
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Distrito Federal
As apurações indicam que o grupo utilizava dados falsos inseridos em sistemas oficiais para autorizar cobranças diretamente nos benefícios, muitas vezes sem o conhecimento das vítimas. O esquema pode ter movimentado bilhões de reais e atingido segurados em diversas regiões do país.
Durante o cumprimento de mandados no Distrito Federal e no Ceará, agentes encontraram grandes quantias em dinheiro vivo, além de veículos de luxo e equipamentos eletrônicos. Parte dos valores foi localizada com Igor Oliveira Freitas, apontado como responsável por auxiliar na logística e movimentação financeira do grupo.
Ao todo, foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão, além de prisões e outras medidas cautelares. Os investigados podem responder por crimes como organização criminosa, estelionato previdenciário, lavagem de dinheiro e inserção de dados falsos em sistemas públicos.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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