Funcionários de empresa de coleta de lixo são agredidos e mantidos reféns por criminosos
Embora as vítimas tenham sido liberadas, uma delas permanece hospitalizada após o ocorrido.
- Foto: Divulgação
Na tarde desta terça-feira (25), um grave incidente chocou a cidade de Belém e seus arredores. Vinte e dois trabalhadores da empresa Ciclus Amazônia, responsável pela coleta de lixo na capital paraense, foram mantidos reféns no lixão do Aurá, localizado em Ananindeua, região metropolitana. Embora as vítimas tenham sido liberadas, uma delas permanece hospitalizada após o ocorrido.
PUBLICIDADE
A empresa Ciclus Amazônia, em comunicado oficial, relatou que o episódio foi o ápice de um cenário crescente de violência e insegurança que tem assolado a área do lixão do Aurá. O local, apesar de oficialmente desativado, ainda recebe entulhos e materiais descartados, o que tem tornado a região vulnerável a crimes e situações de risco. Segundo a Ciclus, os trabalhadores foram agredidos física e psicologicamente, e seus pertences pessoais foram roubados durante o sequestro.
O caso gerou uma onda de preocupação tanto entre os trabalhadores da empresa quanto na população local, que já vinha alertando para o aumento da violência na região. A Ciclus Amazônia, em sua nota, destacou que está prestando todo o apoio médico e psicológico aos colaboradores que foram afetados direta ou indiretamente pelo trauma, reafirmando seu compromisso com o bem-estar de sua equipe.
Em resposta ao ocorrido, a Polícia Civil do Pará, por meio da Divisão de Repressão e Combate ao Crime Organizado (DRCO), confirmou que a investigação sobre o caso está em andamento. As vítimas estão sendo ouvidas, e as equipes de investigação trabalham intensamente para identificar e localizar os responsáveis pelo crime. A polícia não forneceu mais detalhes sobre os envolvidos, mas a notícia gerou inquietação sobre as condições de segurança na área.
O lixão do Aurá, que foi desativado em 2017, ainda é um ponto crítico para o descarte de lixo na região metropolitana de Belém, e a insegurança no local tem sido uma preocupação crescente. Em 2023, um aumento significativo na violência na área já havia sido notado, com relatos de assaltos, roubos e outros crimes, o que coloca em risco não apenas os trabalhadores da Ciclus Amazônia, mas também moradores da região e outros profissionais que passam pelo local.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






