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Garoto de 13 anos morre “comido” por bactéria em hospital; família denuncia negligência médica

Família pede justiça por suposta negligência médica no atendimento.

Por Natan AMPOST

24/01/2025 às 14:58 - Atualizado em 24/01/2025 às 14:59

  • Miguel Fernandes Brandão, de 13 anos, morreu em novembro de 2024 após uma grave infecção por Streptococcus pyogenes, que evoluiu para choque séptico e falência múltipla de órgãos.
  • A família denuncia possível negligência médica devido ao diagnóstico e tratamento tardios, falta de exames em tempo hábil e atendimento inadequado durante a internação, o que está sendo investigado pela polícia.
  • Apesar dos esforços da equipe da UTI, Miguel não resistiu; o Hospital Brasília afirma que todas as medidas possíveis foram tomadas para salvar o adolescente.

Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

Miguel Fernandes Brandão, de apenas 13 anos, morreu em novembro de 2024 após uma batalha contra uma infecção bacteriana causada pelo Streptococcus pyogenes. O caso, que deixou marcas profundas na família e na comunidade, está sob investigação da 10ª Delegacia de Polícia do Lago Sul, em Brasília, para apurar uma suposta negligência médica.

A mãe de Miguel, Genilva Fernandes, de 40 anos, registrou um boletim de ocorrência em 30 de dezembro, alegando que o tratamento e o diagnóstico foram tardios. Em entrevista ao site Metrópoles, Genilva relatou que os primeiros sinais de alerta, como febre e coriza, surgiram no dia 14 de outubro. Inicialmente tratados como rinite alérgica, os sintomas evoluíram rapidamente para vômitos, diarreia e fraqueza nas pernas, levando Miguel ao Hospital Brasília. Exames realizados descartaram influenza e Covid-19, mas levantaram suspeitas de outras condições, como miocardite e dengue.

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Segundo a mulher, no dia 15 de outubro, Miguel retornou ao hospital com piora significativa de seu estado de saúde. A família relata que, devido à falta de leitos na ala pediátrica, o adolescente foi colocado em um quarto destinado a adultos, onde permaneceu sem diagnóstico definido por vários dias. Durante esse período, a mãe denunciou a demora na realização de exames e o atendimento inadequado à Ouvidoria do hospital.

A mãe afirma que exames laboratoriais capazes de identificar a presença de bactérias não foram realizados em tempo hábil.

A saúde de Miguel continuou a se deteriorar. Ele desenvolveu choque séptico e falência múltipla de órgãos. Foi transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde necessitou de intubação e hemodiálise. Na UTI, foi confirmado o diagnóstico de infecção por Streptococcus pyogenes e Influenza A.

O Streptococcus pyogenes é uma bactéria altamente agressiva, que pode causar uma série de complicações, incluindo a fasciite necrosante, conhecida como “bactéria devoradora de carne”. Quando não diagnosticada ou tratada rapidamente, pode levar a choque séptico e à falência de múltiplos órgãos, como ocorreu no caso de Miguel.

Necrose e intervenções tardias

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A infecção causou danos graves ao corpo do adolescente. As costas, glúteos, pernas e regiões íntimas ficaram necrosadas, necessitando de raspagem para remoção de tecidos mortos. Apesar dos esforços da equipe da UTI para estabilizar o quadro, Miguel não resistiu e faleceu após 26 dias de internação.

Genilva reconhece os esforços feitos pela equipe da UTI, mas critica duramente o atendimento inicial. Ela também denunciou um episódio específico envolvendo a perfuração acidental da bexiga de Miguel durante o atendimento.

“Eu falei para ele nunca esquecer que o papai e a mamãe amavam ele incondicionalmente. Aí falei com ele: ‘Meu filho, fecha o seu olhinho. Esquece o que está acontecendo aqui na sua volta. Fecha o seu olhinho e lembra de alguma viagem que a gente fez que você gostou’”, contou a mãe sobre o dia da morte do filho.

Outro lado

Em nota, a assessoria do Hospital Brasília afirmou que todos os esforços foram realizados para salvar a vida do adolescente. “Apesar do empenho da equipe médica, não foi possível reverter o quadro infeccioso que acometeu Miguel Fernandes,” declarou.

*Com informações do Metrópoles

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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