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Ginecologista de 81 anos é preso após denúncia de abuso durante trabalho de parto

Profissional já havia sido indiciado anteriormente após outras mulheres relatarem condutas abusivas durante atendimentos ginecológicos.

Por Beatriz Silveira

07/05/2026 às 15:20 - Atualizado em 16/06/2026 às 16:24

ginecologista preso no paraná por abuso sexual durante trabalho de parto

Foto: Reprodução

Resumo

Um médico ginecologista de 81 anos foi preso no Paraná após uma paciente denunciar abuso sexual durante o trabalho de parto. O caso ocorreu em Teixeira Soares e está sendo investigado pela Polícia Civil. Além da denúncia mais recente, o profissional já havia sido indiciado anteriormente após outras mulheres relatarem condutas consideradas abusivas durante atendimentos ginecológicos.

Notícias do Brasil – O médico ginecologista Felipe Lucas, de 81 anos, foi preso preventivamente nesta quarta-feira (7), no município de Teixeira Soares, após ser acusado de abusar sexualmente de uma paciente durante atendimento médico. A prisão foi realizada pela Polícia Civil do Paraná, que investiga o caso.

De acordo com a corporação, a vítima procurou a delegacia e relatou que sofreu abuso sexual enquanto iniciava o trabalho de parto. Segundo o depoimento, o ato teria ocorrido durante aproximadamente cinco minutos, no momento em que ela recebia atendimento médico.

Prisão preventiva e investigação

O delegado responsável pela investigação, Rafael Nunes Mota, informou que o suspeito foi preso preventivamente e encaminhado à Justiça para os procedimentos legais.

Leia também: Marciele Albuquerque recebe Medalha Ruy Araújo e Título de Cidadã do Amazonas na ALEAM

A Polícia Civil não divulgou detalhes adicionais sobre o caso, que segue em investigação. As autoridades também não informaram se há novos depoimentos previstos ou outras possíveis vítimas sendo ouvidas neste momento.

Médico já havia sido denunciado anteriormente

O caso atual não é o primeiro envolvendo o ginecologista. Em abril deste ano, o médico já havia sido indiciado após três mulheres denunciarem práticas de abuso durante consultas ginecológicas.

Segundo a polícia, uma das pacientes relatou que, durante um exame, o profissional realizou massagens em suas partes íntimas sob a justificativa de “orientação sexual”. Conforme as investigações, o procedimento descrito pela vítima não possui respaldo técnico-científico nem faz parte de protocolos médicos reconhecidos.

Ainda conforme o relato, a mulher demorou cerca de sete dias para procurar a delegacia devido ao forte abalo emocional causado pela situação. Ela afirmou que decidiu formalizar a denúncia após conversar com outros profissionais de saúde e confirmar que os procedimentos realizados não eram considerados normais. A vítima também relatou sintomas como insônia, desespero e sofrimento psicológico após o atendimento.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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