Goleiro Bruno sofre nova derrota na Justiça após tentar participar de audiência online
Ex-jogador teve pedido negado pela segunda vez em ação movida contra o Facebook

FOTO: Reprodução/Redes Sociais
Resumo:
O goleiro Bruno Fernandes sofreu uma nova derrota na Justiça após tentar participar virtualmente de uma audiência presencial no processo que move contra o Facebook. O pedido foi negado novamente pelo juiz responsável pelo caso, que considerou insuficientes as justificativas apresentadas pela defesa do ex-jogador.
Notícias de Brasil – O ex-goleiro entrou com uma ação judicial contra o Facebook alegando problemas em seu perfil profissional no Instagram.
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Segundo Bruno, a conta teria sofrido restrição de visibilidade, levando usuários a acreditarem que o perfil havia sido excluído ou desativado no Brasil.
O processo tramita no 1º Juizado Especial Cível de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro.
Leia também: Ex-goleiro Bruno é preso no Rio após dois meses foragido da Justiça
Pedido para audiência virtual foi negado
Após a marcação de uma audiência de conciliação presencial para maio, Bruno solicitou autorização para participar por videoconferência.
A defesa alegou dificuldades para comparecimento presencial e afirmou que a advogada do ex-jogador reside em outro estado, o que tornaria a audiência onerosa.
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No entanto, o juiz Gabriel Ferreira Ribeiro Gomes negou o pedido pela segunda vez.
Justiça considerou justificativa insuficiente
Na decisão, o magistrado afirmou que Bruno não apresentou razões concretas que comprovassem impossibilidade de comparecimento presencial.
Segundo o juiz, as alegações foram consideradas genéricas e insuficientes para autorizar a realização da audiência virtual.
O magistrado também destacou que, nos juizados especiais, a regra é a realização presencial das audiências.
Bruno voltou a ser preso
O ex-goleiro foi preso novamente nesta sexta-feira (8), em São Pedro da Aldeia, no Rio de Janeiro.
A Justiça havia expedido um mandado de prisão após o entendimento de que Bruno descumpriu condições da liberdade condicional.
Condenado pelo assassinato de Eliza Samudio, Bruno cumpria liberdade condicional desde 2023, mas voltou a ser considerado foragido após violações das medidas impostas pela Justiça.
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