Governador do Amapá decreta situação de emergência por erosão em Macapá
O aumento das chuvas intensifica os riscos para as casas que ficam na orla do rio Amazonas.
- Foto: reprodução
O governador do Amapá, Clécio Luis (Solidariedade), emitiu na noite desta segunda-feira, 12, um decreto de situação de emergência na capital do estado, Macapá. A medida foi tomada em resposta à erosão e à queda de residências no bairro Aturiá, localizado na orla do Rio Amazonas.
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O decreto, que conta com a recomendação da Defesa Civil, terá validade por 180 dias e permitirá que o governo intensifique as ações de assistência na região afetada. Até o momento, foram identificadas 12 casas com danos estruturais em decorrência dos deslizamentos de terra.
O aumento das chuvas intensifica os riscos para as casas que ficam na orla do rio Amazonas.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, o governador destacou a importância do decreto para garantir melhores condições de dignidade, segurança e habitação às famílias afetadas. Ele também mencionou que está em contato com o ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, para tratar da situação.
Durante a divulgação do decreto, o governador Clécio Luis esteve acompanhado do senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado. O senador manifestou seu apoio à medida tomada e se mostrou preocupado com a situação das famílias atingidas pela erosão.
Alcolumbre ressaltou a importância de uma rápida mobilização dos órgãos governamentais para garantir que as famílias desabrigadas recebam toda a assistência necessária. Ele também afirmou que está em contato com outros membros do governo federal para buscar soluções e auxiliar a população do bairro Aturiá.
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Além do apoio do senador Davi Alcolumbre, o governador Clécio Luis informou que está tratando da situação com o ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes. A intenção é buscar soluções efetivas para conter a erosão e garantir o suporte necessário às famílias afetadas.
A situação de emergência permitirá que o governo trabalhe de forma mais ágil e intensiva, disponibilizando recursos financeiros e estruturais para a recuperação da área atingida. Será necessário um trabalho conjunto entre órgãos públicos, comunidade local e entidades especializadas no enfrentamento de desastres naturais.
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