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Governo eleva classificação do YouTube para 16 anos e cita “Novela das Frutas” como exemplo de conteúdo impróprio

Medida é informativa e aponta presença de materiais inadequados para menores

Por Arquipo Goes

05/05/2026 às 13:17 - Atualizado em 17/06/2026 às 21:54

Governo eleva classificação do YouTube para 16 anos por conteúdos impróprios

FOTO: Reprodução/Redes Sociais

Resumo:

Governo eleva classificação indicativa do YouTube para 16 anos após identificar conteúdos impróprios para menores. Mudança cita vídeos virais como a “Novela das Frutas”.

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Notícias do Brasil – O Ministério da Justiça e Segurança Pública elevou a classificação indicativa da plataforma YouTube de 14 para 16 anos. A decisão foi baseada em uma nota técnica que identificou a presença de conteúdos considerados impróprios para crianças e adolescentes.

A mudança integra ações do chamado ECA Digital e tem caráter informativo, ou seja, não implica remoção de vídeos nem configura censura.

Leia também: Governo eleva classificação do YouTube para 16 anos e cita “Novela das Frutas” como exemplo de conteúdo impróprio

Conteúdos violentos motivaram revisão

Entre os exemplos citados pelo governo está a chamada “Novela das Frutas”, uma série de animações produzidas com inteligência artificial que viralizou nas redes sociais.

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Apesar da estética infantil, os vídeos abordam temas sensíveis como violência doméstica, tráfico de drogas, abuso e outros conteúdos considerados inadequados para menores de idade.

Segundo a análise, há ainda presença de cenas com violência explícita, incluindo ferimentos, sangue e execuções, além de recursos visuais que intensificam o impacto, como câmera lenta e enquadramentos fechados.

Outras plataformas também tiveram classificação alterada

Além do YouTube, outras plataformas digitais tiveram a classificação indicativa revisada pelo governo. Aplicativos como TikTok, Kwai e WhatsApp também passaram a ser recomendados para maiores de 16 anos.

Plataforma pode recorrer da decisão

A empresa responsável pelo YouTube, a Google, poderá recorrer da decisão no prazo de até dez dias após a publicação oficial da nova classificação.

O governo reforça que a medida tem como objetivo orientar pais e responsáveis sobre o tipo de conteúdo disponível nas plataformas, sem restringir o acesso dos usuários.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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